PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
17h24Impeachment de Ricardo Nunes: comissão da Câmara de São Paulo rejeita o pedido por 5 votos a 2 e arquiva o caso17h18Adolescente morto em Governador Valadares: mãe de 35 anos é solta, e a Polícia Civil vê indícios de legítima defesa17h14Temporal em São Gotardo danifica 10 casas e derruba muro do cemitério sobre loja e carro17h11Livro sobre a prisão de Lula: agente da PF relata os 580 dias em Curitiba, o voo de helicóptero e a cela17h08Dólar desde a eleição: de R$ 5,04 a R$ 5,49, alta de 9%, e moeda volta a subir com Lara Resende no radar de Lula17h06Corinthians x São Paulo na quarta (4): Corinthians tem 42,7% de risco de queda, e o Tricolor é o 10º16h59Instabilidade no Pix e no app do Banco do Brasil: mais de 5,8 mil relatos, e a causa segue sem confirmação16h56Deboxe em Patos de Minas: evento de som automotivo tem data marcada para 19 de dezembro no UNIPAM16h47Auxílio Mãe Atípica de R$ 600: já dá para pedir? O que a Câmara aprovou e o que ainda falta16h45Nova carteira de identidade já pode ser agendada pelo celular em Minas; RG antigo vale até 2032
Internacional

Ataque dos EUA ao Irã em Ormuz: oficial fala em ação “defensiva”, e a mídia iraniana relata explosões em Qeshm

A operação ocorreu na madrugada de terça (3), no horário do Irã, na véspera das eleições nos EUA. Washington não anunciou o ataque, e não há balanço oficial de mortos.

Petroleiro e navio de guerra no Estreito de Ormuz ao entardecer, em ilustração sobre o ataque dos EUA ao Irã
Petroleiro e navio de guerra no Estreito de Ormuz ao entardecer, em ilustração sobre o ataque dos EUA ao Irã

O ataque dos EUA ao Irã atingiu alvos no Estreito de Ormuz, segundo autoridades americanas ouvidas sob anonimato pela imprensa e por agências internacionais. A mídia estatal iraniana relatou explosões na ilha de Qeshm, e um oficial dos EUA classificou a ação como “defensiva”. A operação ocorreu na madrugada de terça-feira (3), no horário do Irã, véspera e dia das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.

Até a publicação desta reportagem, não havia balanço oficial de mortos ou de danos, e Washington não tinha anunciado a operação em público. A Folha reúne abaixo o que foi confirmado por mais de uma fonte, o que cada lado diz e o que ainda não se sabe.

O que se sabe até agora

O horário local do Irã está 6h30 à frente de Brasília. Por isso, as reportagens divergem sobre o dia: algumas falam em segunda-feira (2), contando pelo horário de Brasília, e outras em terça-feira (3), contando pelo horário iraniano. Pelas contas da Folha, o ataque aconteceu na noite de segunda no Brasil e na madrugada de terça no Irã.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
ACIP e CDL PatrocínioACIP e CDL PatrocínioJuntos pelo comércio de Patrocínio.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Restaurante GuritaRestaurante GuritaA melhor comida da cidade.
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

A agência estatal iraniana IRNA informou que moradores ouviram cinco explosões em sequência na ilha de Qeshm e viram duas aeronaves sobrevoando a região. Outra agência iraniana relatou explosões também na ilha de Hengam e na área continental perto de Bandar Abbas. Qeshm fica no Estreito de Ormuz, a passagem por onde circula uma parte relevante do petróleo transportado por mar no mundo.

Estreito de Ormuz com petroleiro e navio de guerra, em ilustração sobre o ataque dos EUA ao Irã
Ilustração gerada por IA (Gemini). Não é foto do fato.

O que dizem os Estados Unidos

Um oficial americano, que pediu anonimato e não teve o nome nem o cargo divulgados, disse que os ataques foram “defensivos” e que os alvos eram bases de lançamento de mísseis usadas contra bens dos Estados Unidos na região. Autoridades ouvidas pela imprensa americana descreveram a ação como limitada e de pequena escala, com o objetivo de impedir novos ataques iranianos a embarcações no estreito.

Segundo relatos da imprensa americana, a operação não foi anunciada publicamente para evitar a impressão de que Washington retomava combates em larga escala, e seria a mais recente de várias ações militares na região que não foram reconhecidas oficialmente. Seria também a primeira operação americana contra o Irã desde setembro.

O que diz o Irã

A Marinha da Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter detectado dois drones americanos sobre Qeshm e ter derrubado os dois. A Folha não conseguiu confirmar essa informação com uma fonte independente. O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que o país está preparado para a guerra, mas apresentou uma “resposta racional” a Washington. Autoridades iranianas voltaram a alertar que haverá retaliação em larga escala se os EUA retomarem a guerra.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

Por que o momento chama atenção

O presidente Donald Trump havia dito que os Estados Unidos não atacariam o Irã antes das eleições de meio de mandato, que aconteceram nesta terça. Horas antes da abertura das urnas, segundo relatos, ele afirmou que o país ainda poderia ter de atingir uma instalação subterrânea no centro do Irã, suspeita de abrigar atividades nucleares, o que Teerã nega.

O ataque também ocorreu com negociações em curso. Conversas indiretas entre os dois países, com mediação do Catar e do Paquistão, começaram no fim de outubro e não tiveram resultado até agora. O vice-presidente J.D. Vance falou em “algum progresso”, e o chanceler iraniano Abbas Araghchi confirmou os contatos indiretos. Uma autoridade iraniana disse que o país reabriria o estreito em dois dias, mas só se Washington aceitar uma lista de exigências. Na segunda-feira, os preços do petróleo caíram mais de 7% com a expectativa de um acordo.

O conflito é anterior a este episódio. Reportagens situam o início da guerra em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao território iraniano, e o Irã mantém o controle de fato da passagem por Ormuz desde então.

E a posição do Brasil?

Um vídeo que circula nas redes sociais diz que o “Brasil se manifesta contra Trump” por causa do ataque. A Folha procurou registro dessa manifestação e não encontrou nota do Itamaraty nem declaração do governo brasileiro sobre o episódio. Notas oficiais podem ser conferidas na página de notas à imprensa do Itamaraty. Enquanto isso não aparecer lá, a informação do vídeo segue sem confirmação.

A Folha já checou outros conteúdos sobre Trump que circulam nas redes, como a frase sobre a “esquerda radical” no Brasil, que é de setembro de 2025, e o vídeo que fala em uma invasão do Brasil, sem anúncio nem documento. Sobre o presidente americano e a eleição brasileira, veja também o que Trump disse sobre o resultado.

O que a Folha não conseguiu confirmar

Não há confirmação independente de mortos, feridos ou da extensão dos danos, e os dois lados não divulgaram um balanço. Também não está claro se Washington reconhecerá a operação oficialmente. A Folha atualiza esta reportagem quando houver posição oficial dos Estados Unidos, do Irã ou do Brasil.

Ilustração gerada por IA (Gemini). Não é foto do fato.

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men