PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
17h24Impeachment de Ricardo Nunes: comissão da Câmara de São Paulo rejeita o pedido por 5 votos a 2 e arquiva o caso17h18Adolescente morto em Governador Valadares: mãe de 35 anos é solta, e a Polícia Civil vê indícios de legítima defesa17h14Temporal em São Gotardo danifica 10 casas e derruba muro do cemitério sobre loja e carro17h11Livro sobre a prisão de Lula: agente da PF relata os 580 dias em Curitiba, o voo de helicóptero e a cela17h08Dólar desde a eleição: de R$ 5,04 a R$ 5,49, alta de 9%, e moeda volta a subir com Lara Resende no radar de Lula17h06Corinthians x São Paulo na quarta (4): Corinthians tem 42,7% de risco de queda, e o Tricolor é o 10º16h59Instabilidade no Pix e no app do Banco do Brasil: mais de 5,8 mil relatos, e a causa segue sem confirmação16h56Deboxe em Patos de Minas: evento de som automotivo tem data marcada para 19 de dezembro no UNIPAM16h47Auxílio Mãe Atípica de R$ 600: já dá para pedir? O que a Câmara aprovou e o que ainda falta16h45Nova carteira de identidade já pode ser agendada pelo celular em Minas; RG antigo vale até 2032
Nacional

Impeachment de Ricardo Nunes: comissão da Câmara de São Paulo rejeita o pedido por 5 votos a 2 e arquiva o caso

O pedido do PSOL acusava o prefeito de reduzir a frota de ônibus no segundo turno. O relator diz que não houve retenção deliberada, e o caso não vai ao plenário.

Prefeito Ricardo Nunes discursa ao microfone, em imagem usada na reportagem sobre o impeachment de Ricardo Nunes
Prefeito Ricardo Nunes discursa ao microfone, em imagem usada na reportagem sobre o impeachment de Ricardo Nunes

O pedido de impeachment contra o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi rejeitado nesta terça-feira (3) pela Comissão Especial da Câmara Municipal, por 5 votos a 2, e arquivado. Como o parecer contra a abertura do processo foi aprovado, o caso não vai ao plenário e termina na Câmara. O pedido, apresentado por três vereadoras e vereadores do PSOL, acusava o prefeito de ter reduzido de propósito a frota de ônibus no dia do segundo turno, em 25 de outubro.

A votação ocorre nove dias depois do segundo turno e fecha a tramitação do impeachment no Legislativo municipal. A Folha reúne abaixo o que foi decidido, os argumentos de cada lado e o que não foi respondido.

O que a comissão decidiu sobre o impeachment de Ricardo Nunes

O relator, vereador Major Palumbo (PP), escreveu o parecer pela rejeição do pedido, e a comissão o aprovou com cinco votos favoráveis e dois contrários. Em uma segunda votação, a comissão também negou, por 5 votos a 2, o pedido de dois dias de vista do relatório feito pela vereadora Luana Alves (PSOL). Com isso, a análise terminou na sessão desta terça.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Votaram a favor do arquivamento o relator, o presidente da comissão, Rubinho Nunes (União), e os vereadores Sandra Santana (MDB), Sandra Tadeu (PL) e Kenji Ito (Podemos). Pela composição da comissão, os dois votos contrários seriam de Luana Alves e do vereador Hélio Rodrigues (PT), mas os registros consultados pela Folha não os nomeiam de forma expressa. Quatro dos cinco integrantes da maioria fazem parte da base de apoio do prefeito. O presidente da comissão foi eleito em 29 de outubro.

Ricardo Nunes em discurso, em registro sobre o impeachment de Ricardo Nunes
Reprodução. Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo.

O argumento da acusação

Os autores do pedido são as vereadoras Amanda Paschoal e Silvia da Bancada Feminista e o vereador Celso Giannazi, todos do PSOL. Eles alegavam infrações político-administrativas e crime de responsabilidade e sustentavam que o prefeito descumpriu de forma deliberada uma ordem da Justiça Eleitoral que exigia a frota completa de ônibus de dia útil no domingo do segundo turno, o que teria dificultado o acesso de eleitores às urnas.

O argumento do relator

Em seu parecer, Palumbo afirma que não houve “retenção deliberada de frota” e que não há provas de prejuízo ao acesso dos eleitores aos locais de votação. Ele destacou que o prefeito enviou ofício às empresas de ônibus logo depois da decisão judicial, determinando o cumprimento. Para o relator, eventuais falhas devem ser tratadas com multas às empresas, como prevê o relatório da SPTrans, e a prefeitura cumpriu a ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia da votação.

O relator também argumentou que as supostas ilegalidades estão sendo examinadas pela Justiça Eleitoral, o foro adequado, e que, por isso, o Legislativo municipal não teria competência para decidir sobre elas. A Folha não encontrou, até agora, decisão da Justiça Eleitoral sobre o caso.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

O que a oposição diz

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) criticou a leitura do pedido em uma sala reservada, e não no plenário. Luana Alves pediu mais tempo para estudar o relatório, e a comissão não aceitou. O parecer paralelo da oposição não foi lido na sessão.

E o prefeito?

A Folha não encontrou, nas informações disponíveis, uma declaração direta de Ricardo Nunes sobre o arquivamento. Antes da votação, a prefeitura já havia dito que cumpriu a determinação da Justiça Eleitoral. A posição do prefeito sobre o resultado será incluída nesta reportagem quando for divulgada.

O contexto do segundo turno

O impeachment surgiu em meio a uma eleição muito disputada. A Folha mostrou, em como os candidatos esperaram o resultado em São Paulo e em Brasília, o clima do dia da apuração, e em a briga no TSE sobre os canais de campanha antes do segundo turno, outra disputa que passou pela Justiça Eleitoral. Sobre os bastidores da campanha, veja o que Flávio disse sobre a entrevista sem cortes. Informações oficiais sobre as decisões do TSE podem ser conferidas no site do tribunal.

O que a Folha ainda não sabe

Faltam a posição do prefeito, a decisão da Justiça Eleitoral sobre o tema e a resposta dos autores sobre um possível recurso. A Folha atualiza esta reportagem quando houver novidades.

Reprodução. Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo.

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men