PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
20h11Morre Frederico Pires de Castro, aos 38 anos, em Patrocínio20h08Trump e Flávio Bolsonaro: “não vou me envolver” na carta, mas a eleição foi “muito estranha”20h01Morre Fábio José da Silva, aos 50 anos, em Monte Carmelo20h00Vídeo de Milei chamando Lula de “ditador comunista” é de 14 de outubro, e a previsão sobre Flávio não se cumpriu19h59ICMS sobre combustíveis em 2027: imposto sobe R$ 0,07 na gasolina, R$ 0,13 no diesel e R$ 0,91 no botijão19h53Capturar Lula ‘será mais fácil que Maduro’? Não há prova de operação da CIA no Brasil19h44Creche em Martins: Prefeitura promete Centro de Educação Infantil até o início de 202819h44Micro-ônibus para fazedores de cultura: Prefeitura de Patrocínio passa a levar artistas a eventos19h43Secretaria de Planejamento e RH de Patrocínio muda de sede para o Centro Administrativo; inauguração é quinta (29)19h43Aprendizagem Profissional em Patrocínio: edital prevê atender até 20 adolescentes, mas não abre inscrições para os jovens
Política

Paulo Figueiredo diz que aliado “moderado” de Flávio repassava seus passos ao STF, mas não dá nome nem prova

Comentarista diz que um aliado com acesso a cortes vazava os passos do senador, mas não revela o nome. A Folha não achou prova nem resposta do STF ou de Flávio até a publicação.

Paulo Figueiredo, à direita, em encontro com Donald Trump, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro
Paulo Figueiredo, à direita, em encontro com Donald Trump, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro

O comentarista Paulo Figueiredo afirmou em seu programa que um aliado “moderado” de Flávio Bolsonaro repassava ao Supremo Tribunal Federal (STF) todos os passos do senador. Figueiredo diz saber quem é, mas não revelou o nome e não apresentou prova, documento ou data. A fala aparece em um trecho do programa que circula nas redes sociais e foi compartilhado com a frase “traidor” no título, uma qualificação de quem editou o vídeo, e não um fato confirmado.

A Folha ouviu o trecho inteiro, de pouco mais de um minuto, e separa abaixo o que foi dito, o que ficou sem resposta e o contexto da saída de Flávio do Brasil, que é o pano de fundo da conversa.

O que Paulo Figueiredo disse

No trecho, Figueiredo começa falando de um momento em que Flávio “precisava sair do país”. Segundo ele, no dia seguinte, os aliados “moderados” do senador, e um deles, “e nós sabemos quem”, estariam reportando ao STF “todos os passos” de Flávio. O comentarista promete que “uma hora” o público vai saber o nome.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Ele acrescenta que se tratava de alguém próximo do senador, com proximidade de “pessoas muito importantes em determinadas cortes”, e que não vai dizer quem. Afirma que, por isso, “todos os passos eram vazados”. Depois, diz “não, Flávio, não sai”, numa referência que o trecho não explica, e passa a comentar um relato da imprensa sobre os aliados “moderados”.

Flávio Bolsonaro, citado na fala de Paulo Figueiredo, em foto oficial do Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Senado Federal (CC BY-SA 4.0)

O que ele não disse

Figueiredo não deu o nome do suposto aliado, não disse a qual corte ou ministro as informações teriam chegado, não indicou quando isso teria ocorrido e não mostrou mensagem, registro ou testemunha. Também não explicou como saberia o que foi repassado a um tribunal que trabalha, em vários casos, sob sigilo.

Sem nome, a acusação não pode ser checada nem respondida por quem seria o alvo. Até a publicação desta matéria, a Folha não encontrou manifestação do STF, do ministro Alexandre de Moraes, de Flávio Bolsonaro nem de integrantes da campanha dele sobre a afirmação. O espaço segue aberto.

O contexto: a saída de Flávio do Brasil

A conversa se apoia numa sequência de fatos que a Folha já registrou. Na segunda-feira (26), um dia depois do segundo turno, Flávio disse em vídeo que agentes da Polícia Federal o abordaram e mandaram entregar os passaportes em 24 horas, por ordem de Moraes. O prazo terminou na terça (27) sem a entrega, e a PF cancelou os dois documentos no sistema, como mostra a reportagem Flávio chegou aos EUA?.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

Na quarta-feira (28), o senador desembarcou em Miami com a mulher e as duas filhas, depois de atravessar a fronteira com a Argentina por terra, conforme a Folha publicou em Flávio em Miami. Numa carta divulgada já nos Estados Unidos, ele diz ser alvo de uma “caça às bruxas”, nega ter fugido e promete liderar a oposição de lá, como a Folha detalhou em Carta de Flávio. O presidente Lula (PT) reagiu dizendo que sair do Brasil é “vergonhoso”.

Segundo relatos publicados pela imprensa, na segunda (26), numa reunião com integrantes da campanha em Brasília, Flávio foi aconselhado por aliados a não deixar o país. Esses aliados avaliavam que uma prisão logo depois da eleição prejudicaria a imagem de Lula no exterior e não esperavam medida contra o senador. É sobre esse grupo que Figueiredo faz a insinuação, sem apontar ninguém.

Por que a afirmação pede cautela

Figueiredo é comentarista político, tem um programa na internet e vive nos Estados Unidos. Foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2025 no caso da trama golpista de 2022, acusação que ele nega. Ele fala de dentro de um dos lados da disputa, e o que diz sobre bastidores de aliados continua sendo só isso, uma afirmação de bastidor, até que apareça alguma evidência.

Há ainda um ponto simples: acusar alguém de ter vazado informações ao STF sem dizer quem é espalha suspeita sobre todos os “moderados” do entorno de Flávio ao mesmo tempo. A Folha não cita nenhum nome, porque nenhum foi apresentado. O pedido de bloqueio de bens do senador e o inquérito sigiloso citado nesses pedidos, que a Folha já noticiou, mostram que o caso corre sob reserva, o que torna ainda mais difícil conferir qualquer relato sobre quem teria acesso a ele.

O que a Folha não conseguiu confirmar

A Folha não confirmou que exista um aliado que tenha repassado informações ao STF, nem quem seria, nem se houve qualquer contato desse tipo. Também não confirmou o que Flávio e os aliados conversaram na reunião de segunda. A reportagem atualiza esta matéria se o nome for divulgado, se o STF ou o senador responderem, ou se Figueiredo apresentar a prova que diz ter. Informações oficiais sobre o andamento dos casos no Supremo estão no portal do STF.

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men