Cabo da PM morto em Fronteira: Danylo dos Santos, de folga, é baleado após discussão, e três suspeitos são presos em São Paulo
Lotado no 28º Batalhão, em Unaí, o policial teve a arma levada pelo atirador. A PMMG diz que todos os envolvidos foram presos e que a arma foi recuperada em Rio Preto.

O cabo da PM morto em Fronteira (MG), no Triângulo Mineiro, foi identificado pela Polícia Militar como Danylo dos Santos, lotado no 28º Batalhão, em Unaí, no Noroeste de Minas. Ele tinha 26 anos, segundo as primeiras informações divulgadas sobre o caso. O cabo estava de folga e foi baleado na madrugada desta segunda-feira (2), em frente a um estabelecimento comercial da cidade. Três suspeitos foram presos horas depois em São José do Rio Preto (SP), e a arma do policial, levada pelo atirador, foi recuperada.
Em nota de pesar assinada pela comandante-geral, coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues, a PMMG afirmou que o cabo foi “covardemente assassinado durante um ato de violência que interrompeu sua trajetória”. A corporação lamentou a morte “com profunda tristeza e indignação” neste Dia de Finados.
Como o cabo da PM morto em Fronteira foi atacado
Os primeiros relatos apontam que o crime aconteceu por volta das 3h, mas o horário ainda não foi confirmado oficialmente. Pelo que testemunhas contaram, o cabo estava sentado em frente ao estabelecimento quando discutiu com outro homem. Depois da discussão, o homem voltou armado com um revólver calibre 38. O policial se levantou, se identificou como PM e foi atingido por disparos feitos a curta distância. Ele morreu no local.
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Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.Ainda segundo os relatos, o atirador pegou a arma que o cabo levava na cintura e fugiu com a ajuda de outras pessoas. A motivação da discussão não foi esclarecida. Danylo já tinha trabalhado em Fronteira e estava em Unaí havia cerca de dois anos.

As prisões em São Paulo
Fronteira fica na divisa com São Paulo, separada do estado vizinho pelo Rio Grande, e a fuga seguiu para o lado paulista. A PMMG informou que a ação teve o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo e resultou “na prisão de todos os envolvidos e na apreensão das armas utilizadas, incluindo a recuperação da arma do policial militar”.
Em São José do Rio Preto, equipes do 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) prenderam um casal suspeito de ajudar na fuga, no bairro Vila Ercília. O homem apontado como autor dos tiros se entregou depois de uma negociação, no Jardim Fuscaldo. Duas armas foram apreendidas: a do cabo e a que teria sido usada no crime. Os três foram levados para Frutal (MG), e a Polícia Civil de Minas Gerais vai conduzir a investigação. Os nomes dos presos não foram divulgados.

O que diz a lei
Desde 2015, a Lei 13.142 trata como homicídio qualificado, e crime hediondo, o assassinato de policial no exercício da função ou em razão dela. Nesse caso, a pena vai de 12 a 30 anos de prisão. Como o cabo estava de folga, caberá à investigação dizer se ele foi morto por ser policial ou por outro motivo ligado à discussão. Pelos relatos, ele chegou a se identificar como PM antes de ser baleado.
Alpha for MenAté a publicação desta reportagem, não havia informação sobre o velório e o sepultamento.
Outros casos recentes
No domingo (1º), um homem de 52 anos foi morto a tiros pelo irmão num bar no interior de Mato Grosso, como contou a reportagem sobre o irmão morto a tiros em Paranaíta. Na região de Patrocínio, a PM também atuou em ocorrências de risco nos últimos dias, como a fuga de moto em Patrocínio que terminou com um jovem batendo numa viatura. Outros casos estão na seção de notícias policiais da Folha, como a tentativa de homicídio em Iraí de Minas, que terminou com seis presos.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






