Homem é acusado de ato obsceno em banheiro de parque aquático em Caldas Novas e quase é linchado por hóspedes
Três homens contaram à PM que o suspeito praticava o ato atrás deles no banheiro masculino, e um adolescente também entrou no local. Não há registro de prisão.

Um homem foi acusado de se masturbar dentro do banheiro masculino de um parque aquático em Caldas Novas (GO) na noite de sábado (31) e quase foi linchado por hóspedes do complexo turístico, segundo o registro da Polícia Militar de Goiás. A PM foi chamada às 18h24 a um complexo do setor Solar de Caldas Novas, e vídeos gravados por quem estava lá mostram um grupo grande de pessoas em volta do homem, no estacionamento, ao lado das viaturas.
O caso foi registrado pela PM como averiguação de suspeita de importunação sexual. Até a última atualização do registro, às 18h49, não havia informação sobre prisão do suspeito nem sobre o que foi feito depois. O nome dele não foi divulgado.
O que as vítimas contaram à PM
Segundo o registro, três homens disseram aos policiais que entraram no banheiro masculino do parque aquático para urinar e perceberam que um homem, atrás deles, praticava o ato obsceno. Ainda de acordo com os depoimentos, um adolescente entrou no banheiro enquanto o suspeito continuava lá, e o comportamento não parou.
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Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.Uma testemunha confirmou a versão aos policiais, e outros homens que estavam no complexo disseram ter visto a cena. A PM não informou a idade do adolescente nem se ele ou a família procuraram a delegacia.
A tentativa de linchamento no parque aquático em Caldas Novas
Quando a história se espalhou entre os hóspedes, um grupo de homens tentou agredir o suspeito, conforme o registro. As imagens que circulam nas redes não mostram o banheiro nem o ato denunciado. Elas mostram a confusão já do lado de fora, com hóspedes de bermuda e chinelo, alguns sem camisa, discutindo em volta das viaturas com as luzes ligadas.
A polícia não informou se o homem ficou ferido nem se alguém foi identificado pela tentativa de agressão. Mesmo diante de uma acusação grave, fazer justiça com as próprias mãos é crime. Quem agride pode responder por lesão corporal, entre outros crimes, e a agressão pode atrapalhar a apuração do caso.

Ato obsceno ou importunação sexual: o que diz a lei
O enquadramento depende do que a investigação apurar. O Código Penal prevê dois crimes que costumam aparecer em casos assim. O ato obsceno, do artigo 233, é praticar ato desse tipo em lugar público ou aberto ao público, com pena de três meses a um ano de detenção, ou multa. A importunação sexual, do artigo 215-A, criada em 2018, é praticar ato libidinoso contra alguém, sem a concordância da pessoa, para satisfazer o próprio desejo ou o de outra pessoa, com pena de um a cinco anos de reclusão.
Alpha for MenA diferença está em quem é atingido. No ato obsceno, a ofensa é ao público em geral; na importunação, o ato é dirigido a uma pessoa determinada. A idade do adolescente, que a PM não informou, também pode influenciar o enquadramento. Quem define o crime são a Polícia Civil e o Ministério Público, e o suspeito é considerado inocente até uma eventual condenação.
Casos recentes em Minas
Na quinta-feira (29), a PM prendeu em flagrante um homem de 36 anos por importunação sexual no Centro de Patrocínio, como mostrou a reportagem sobre a importunação sexual em Patrocínio. Em setembro, um homem de 39 anos foi preso em Lagoa Formosa suspeito de abusar de uma criança, caso contado na reportagem sobre o preso em Lagoa Formosa.
Em agosto, um jovem de 25 anos foi preso em Patos de Minas suspeito de estupro de vulnerável contra uma menina de 11 anos, depois de a mãe ligar para o 190, como mostrou a reportagem sobre o estupro de vulnerável em Patos de Minas.
Como denunciar
Quem presenciar importunação sexual ou ato obsceno pode acionar a PM pelo 190 na hora e registrar ocorrência na delegacia. Casos que envolvam criança ou adolescente também podem ser denunciados de forma anônima pelo Disque 100, que funciona 24 horas por dia, de graça.
Em parque aquático, clube ou hotel, a orientação é avisar a segurança do estabelecimento, guardar o nome das testemunhas e as imagens e esperar a polícia, sem partir para a agressão. Gravações e o contato de quem viu ajudam a polícia a ouvir as testemunhas depois.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






