Furto de Nutella em Patrocínio: homem é preso com dois potes de 700 gramas escondidos entre as roupas
A PM abordou o suspeito, de 27 anos, na Avenida Faria Pereira. Ele confessou, e um funcionário do supermercado confirmou o furto pelas câmeras.

O furto de Nutella em Patrocínio (MG) terminou com um homem de 27 anos preso na tarde desta terça-feira (3). Segundo a Polícia Militar, os militares abordaram o suspeito durante patrulhamento na Avenida Faria Pereira, no bairro Marciano Brandão, e acharam na bolsa dele dois potes de Nutella de 700 gramas cada, escondidos entre as roupas. Ele confessou que tinha furtado os produtos de um supermercado, e um funcionário da loja confirmou o crime pelas imagens do sistema de monitoramento.
O homem recebeu voz de prisão e foi levado à Delegacia de Polícia Civil, onde ficou à disposição da Justiça. A PM não informou o nome do supermercado nem o valor dos produtos, e a Folha não divulga o nome do suspeito, que não foi condenado.
Como a PM chegou ao suspeito
A abordagem aconteceu na rua, durante o patrulhamento, e não dentro da loja. Na busca pessoal, os policiais acharam os dois potes no meio das roupas, dentro da bolsa. Questionado, o homem admitiu o furto. A confirmação veio do próprio supermercado: um funcionário conferiu as câmeras e reconheceu a ação. É a combinação que costuma sustentar o flagrante em casos assim, com o objeto encontrado com o suspeito, a confissão e a imagem.
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Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.Não foi o único furto em comércio registrado em Patrocínio no mesmo dia. A Folha acompanha as ocorrências da cidade e mostrou, em a fuga de moto em Patrocínio e em a blitz da PM em Patrocínio, outras ações da Polícia Militar nas ruas. Em a briga com faca em Patrocínio, a reportagem registrou outro caso que terminou na delegacia.

O que diz a lei sobre furto
Furto é pegar para si um bem de outra pessoa sem violência nem ameaça, e está no artigo 155 do Código Penal, com pena de reclusão de um a quatro anos e multa. Quando há violência ou ameaça, o crime passa a ser roubo, que tem pena maior. Em casos de produto de baixo valor, a defesa às vezes pede que o juiz aplique o princípio da insignificância, que pode levar ao arquivamento. Os tribunais analisam cada caso e costumam considerar o valor do bem, se o suspeito já responde por outros crimes e se houve prejuízo real à vítima. Também existe a figura do furto privilegiado, para réu primário e coisa de pequeno valor, que permite reduzir a pena.
Nada disso é decidido pela polícia. Depois da prisão em flagrante, o caso segue para a Polícia Civil e para a Justiça, que decide se o suspeito responde em liberdade e qual será o desfecho do processo.
Pela regra do Conselho Nacional de Justiça, toda pessoa presa em flagrante deve ser apresentada a um juiz em até 24 horas, na audiência de custódia. Nessa audiência, o juiz verifica se a prisão foi legal e decide se ela vira preventiva, se o suspeito é solto com medidas cautelares, como comparecer ao fórum periodicamente, ou se é liberado sem condições. Em furto de pequeno valor, sem violência, a soltura com medidas cautelares é comum, mas a decisão depende da ficha do suspeito e do entendimento do juiz.
Alpha for MenComo denunciar e se proteger
Quem presenciar um furto deve ligar para o 190, da Polícia Militar. Para denúncias anônimas, o Disque Denúncia Unificado atende pelo 181. Comerciantes podem guardar as imagens das câmeras e repassar à polícia, porque elas ajudam a confirmar a autoria, como neste caso. Informações sobre os serviços da corporação ficam no site da Polícia Militar de Minas Gerais.
O que ainda falta saber
Faltam o valor dos produtos, o nome do supermercado e a decisão da Justiça sobre o caso. A Folha atualiza esta reportagem se houver novas informações.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






