PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
20h12Acidente na BR-365 mata homem em batida de carro e caminhão perto da Fertilizantes, em Patrocínio19h2940 ministérios de Lula: Segurança e Idoso podem levar a Esplanada ao recorde, acima de Dilma18h45Lula chama Flávio de satanás e diz que Deus não deixaria o senador governar o país18h24Flávio ao Washington Post: senador diz que Trump vê o Brasil fora da democracia plena e que não sabe como volta18h21Scar e as hienas: a promessa de fartura que o Brasil conhece bem18h10Prefeito de Barreiros acusa médicos de “namorar” no plantão, e sindicato diz que os dois estavam no descanso17h56Flávio e as urnas: senador diz não ter provas de fraude, mas põe o resultado em dúvida e cobra voto impresso16h53Acidente na BR-491: veterinária de 31 anos morre em batida com carreta perto de Juruaia16h45Morre Neila de Oliveira, aos 60 anos, em Patrocínio16h18Lula fiscal das entregas: presidente avisa que “quem não quiser fazer, cai fora”
Policial

Juíza decreta declínio de competência em caso de Marra e Andrada

Decisão cita foro privilegiado dos dois deputados-candidatos e manda o processo para a Procuradoria Regional Eleitoral, sem julgar os fatos.

Maria Clara Marra concede entrevista à TV Assembleia em cerimônia na ALMG, antes do declínio de competência em caso que também a envolve
Maria Clara Marra concede entrevista à TV Assembleia em cerimônia na ALMG, antes do declínio de competência em caso que também a envolve

A juíza da 211ª Zona Eleitoral de Patrocínio, Bianca Maria Spinassi, decretou o declínio de competência de seu juízo para processar a notícia-crime que envolve a deputada estadual Maria Clara Matos Marra, o deputado federal Lafayette Luiz Doorgal de Andrada e o assessor parlamentar Carlos Alberto Silva. A decisão, assinada em 18 de setembro, determina a remessa integral do processo à Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais (PRE-MG), órgão que agora vai decidir os próximos passos da apuração.

O que motivou a notícia-crime contra Marra, Andrada e o Carlão

O caso começou em 26 de agosto, quando uma guarnição da Polícia Militar fazia patrulhamento na Rua Itália, no bairro Nações, em Patrocínio, e encontrou um Ford EcoSport estacionado com as portas abertas. Três homens foram abordados ao entrar no carro. Um deles se identificou como o ex-vereador e assessor parlamentar Carlos Alberto Silva, o Carlão; os outros dois disseram trabalhar para ele. Na revista do veículo, os policiais encontraram R$ 20 mil em espécie e caixas de material de propaganda eleitoral, registrados no REDS nº 2026-039496398-001.

Uma semana depois, já com repercussão do caso na imprensa da cidade, um morador de Patrocínio protocolou uma notícia-crime contra Marra, Andrada e Carlão, pedindo a apuração de onde saiu o dinheiro apreendido e para onde ele iria, com base nos artigos 30-A e 41-A da Lei das Eleições. A peça também questiona se os valores aparecem nas prestações de contas dos dois candidatos.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Por que a juíza decidiu pelo declínio de competência

O Ministério Público Eleitoral, ao ser ouvido sobre a notícia-crime, opinou que a 211ª Zona Eleitoral não tem competência para processá-la, nem na parte cível-eleitoral nem na criminal. A juíza acolheu esse entendimento. Segundo a decisão, Maria Clara Marra é deputada estadual e Lafayette Andrada é deputado federal; os dois concorrem à reeleição em outubro. Carlos Alberto Silva aparece na notícia como assessor parlamentar.

Pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal citada no texto, o foro por prerrogativa de função vale para crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele, e subsiste mesmo depois de a pessoa deixar a função. Em matéria eleitoral, cabe aos Tribunais Regionais Eleitorais julgar agentes públicos que, como deputados estaduais, têm prerrogativa de foro perante o Tribunal de Justiça em outras searas. Por isso, a juíza entendeu que não é papel de um juízo eleitoral de primeiro grau abrir ou supervisionar uma investigação que possa atingir diretamente autoridades com esse tipo de prerrogativa.

O que a decisão não afirma

A própria decisão faz questão de demarcar o que ela não é. O texto registra que a fase do processo ainda é “embrionária” e serve apenas para apurar a natureza dos fatos, sua eventual tipificação e quem de fato está envolvido, sem antecipar qualquer conclusão sobre responsabilidade. Um trecho é explícito: a decisão “possui natureza estritamente processual, não importando qualquer juízo acerca da veracidade dos fatos narrados, da existência de ilícito eleitoral ou criminal, tampouco da responsabilidade de qualquer dos noticiados”. Ou seja, o declínio de competência resolve apenas quem deve analisar o caso a partir de agora, não se houve crime ou irregularidade.

A decisão também não determinou, por ora, o desmembramento do processo em relação a Carlos Alberto Silva, que não tem foro privilegiado. Segundo o texto, os fatos atribuídos aos três parecem interligados, e caberá à autoridade que ficar com o caso decidir se separa ou não a apuração da parte que envolve o assessor.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

Próximos passos do processo

Depois do declínio de competência, os autos seguem para a Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais. Cabe a esse órgão avaliar os fatos e decidir sobre eventual encaminhamento ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, no caso da deputada estadual, e ao órgão ministerial competente para tratar de autoridade com foro no Supremo Tribunal Federal, se for o caso do deputado federal. A decisão registra ainda que o Ministério Público Eleitoral já informou que vai adotar, por conta própria, as providências preliminares de coleta de informações previstas na Portaria Conjunta PRE/MG e PGJ-MG nº 01/2026, independentemente de qualquer determinação da Justiça.

A Folha teve acesso ao inteiro teor da decisão pelo portal de consulta pública do Tribunal Superior Eleitoral, referente ao processo nº 0600040-02.2026.6.13.0211.

Print da decisão da 211ª Zona Eleitoral sobre o declínio de competência no caso de Maria Clara Marra
Reprodução da decisão assinada por Bianca Maria Spinassi, juíza da 211ª Zona Eleitoral de Patrocínio. Fonte: Consulta Pública Unificada do TSE, processo 0600040-02.2026.6.13.0211.

Nota de transparência

O redator-chefe da Folha de Patrocínio responde a ações de Direito de Resposta movidas por Maria Clara Matos Marra (processos nº 0602687-21.2026.6.13.0000 e 0602659-53.2026), em curso na Justiça Eleitoral de Minas Gerais. Essa relação não interferiu na apuração desta reportagem, que se baseia na decisão judicial de 18 de setembro de 2026 da 211ª Zona Eleitoral de Patrocínio, processo nº 0600040-02.2026.6.13.0211, disponível no portal de consulta pública do TSE.

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men