PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
07h12Lula e Cleitinho: governador “ameaçado” com obras ouve que só tem que ficar quietinho07h03Bruno Musa rebate Lula sobre o Bolsa Família: “não merece ser presidente”07h03Flávio diz que “o maior ajuste fiscal” é tirar Lula e promete cortar 10 dos 39 ministérios01h07Guerra ao narcotráfico: o que Flávio prometeu na Globo e o que a lei permite00h55Flávio na Globo diz que Moraes virou “articulador político do Lula” e defende o STF00h33Riv Melo, jornalista de Patrocínio, é coautora do livro Estrategistas da Comunicação19h23Novo em Minas: 21 lideranças pedem troca no comando e citam Patrocínio na carta19h10Pesquisa Gerp, que cravou o 1º turno, dá 5 pontos de vantagem a Flávio sobre Lula18h49Funcionária da Apae, jovem de 24 anos morre em acidente em São Lourenço18h47Falso agente de saúde em Patrocínio tenta vender aparelho a idoso no Morada Nova
Nacional

Recuperação judicial bate recorde no Brasil em 2026

Casas Bahia, Tok&Stok e Braskem estão entre as empresas que recorreram à Justiça para renegociar dívidas em meio a juros altos e crédito mais caro no país.

Fachada de loja da rede Casas Bahia, simbolo da alta na recuperacao judicial no Brasil em 2026
Fachada de loja da rede Casas Bahia, simbolo da alta na recuperacao judicial no Brasil em 2026

O Brasil fechou o primeiro semestre de 2026 com o maior número já registrado de empresas em recuperação judicial: 6.341 companhias, segundo o Monitor RGF-BizDoc. O total representa uma alta de 6,2% frente ao fim de 2025 e confirma uma tendência que já dura mais de um ano, puxada por juros elevados e crédito cada vez mais restrito para negócios de todos os portes.

O que mostra o recorde de recuperação judicial no Brasil

O instrumento da recuperação judicial existe para dar fôlego a empresas endividadas: ele permite que a companhia negocie prazos e condições com credores enquanto tenta manter as operações de pé, em vez de fechar as portas de uma hora para outra. Em maio de 2026, o levantamento chegou a apontar 6.513 empresas nessa situação, a maior marca da série histórica. Em junho houve uma redução de 172 casos, levando o total a 6.341. Ainda assim, o número segue bem acima do patamar de 2025.

O comércio lidera o número absoluto de pedidos, seguido por indústria e agronegócio. Só o setor agropecuário soma mais de 1,2 mil empresas em processo de recuperação judicial, reflexo direto do aperto de crédito rural e da oscilação de preços de commodities nos últimos ciclos.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
ACIP e CDL PatrocínioACIP e CDL PatrocínioJuntos pelo comércio de Patrocínio.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Restaurante GuritaRestaurante GuritaA melhor comida da cidade.
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Por que cada vez mais empresas recorrem à recuperação judicial

A explicação não está em um fator isolado, mas na combinação de juros altos, acesso mais caro ao crédito e dívidas acumuladas que as empresas foram empurrando com a barriga até esgotarem alternativas de mercado. O dado mais expressivo do período, porém, é sobre quem está pedindo recuperação judicial: o fenômeno deixou de ser exclusivo das grandes companhias e passou a atingir com força os pequenos negócios.

Desde 2023, o número de microempresas em recuperação judicial mais que dobrou, com o total de CNPJs nessa condição saltando de pouco mais de 500 para acima de 1.500. Entre as pequenas empresas, a alta chegou a 69%, e as médias cresceram 36% no mesmo comparativo. Já entre as grandes companhias o movimento é oposto: cresce a procura por acordos extrajudiciais, feitos fora da Justiça, como forma de evitar a exposição pública de um processo formal.

Os grandes nomes por trás da alta: Casas Bahia, Tok&Stok e Braskem

Apesar da popularização entre pequenos negócios, os casos que mais chamaram atenção em 2026 envolvem marcas conhecidas do consumidor brasileiro. O Grupo Casas Bahia pediu recuperação judicial em agosto, com cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas sujeitas ao processo, um dos maiores pedidos do varejo nacional dos últimos anos. A rede de móveis Tok&Stok e a varejista Marabraz também entraram com pedidos semelhantes.

No setor de alimentação, a Justiça acolheu nesta semana um pedido de recuperação judicial do grupo controlador das marcas Habib’s, Ragazzo e Tendall Grill, envolvendo R$ 265,2 milhões em dívidas. Já a petroquímica Braskem optou pela via extrajudicial e protocolou um pedido de recuperação para reestruturar cerca de US$ 10,9 bilhões em obrigações financeiras. É um lembrete de que mesmo empresas de grande porte não estão imunes ao aperto de caixa provocado pelos juros altos.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

O que a recuperação judicial revela sobre o crédito no país

Uma reportagem do Poder360 sobre o levantamento mostra que o efeito de uma recuperação judicial raramente fica restrito à empresa que entra com o pedido. Fornecedores no meio da cadeia produtiva costumam ser os primeiros a sentir o impacto, com prazos de pagamento esticados e descontos forçados para manter o relacionamento comercial. Bancos, por sua vez, aumentam as provisões para créditos de risco, o que tende a encarecer ainda mais o crédito disponível para o restante do mercado. É um ciclo que ajuda a explicar por que o custo do dinheiro segue no centro do debate econômico no país, como mostrou a alta da dívida pública federal registrada em junho.

A mesma reportagem chama atenção para a taxa de sucesso ainda baixa dos planos de recuperação judicial: muitas empresas saem formalmente do processo, mas seguem presas a planos de pagamento de vários anos sem passar por uma reestruturação operacional de fato. Passados dois ou três anos, voltam a mostrar sinais de estresse financeiro. Para o consumidor, o reflexo mais direto de todo esse cenário costuma aparecer na forma de lojas fechadas, contas atrasadas com fornecedores locais e menos vagas de emprego no varejo e na indústria, setores que respondem por boa parte da geração de empregos no país.

Fachada de loja da rede Casas Bahia, uma das empresas em recuperação judicial em 2026
Fachada de loja da rede Casas Bahia, uma das empresas que pediram recuperação judicial em 2026. Foto: ZeroTwoAndHiroWW2/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men