Chiquini vota no 2º turno e publica “está consumado” ao lado da urna, com adesivo de Flávio
O deputado federal eleito pelo Novo-PR, recordista de votos no estado, posou com o adesivo do 22. As urnas fecham às 17h e não há resultado oficial antes disso.

“Está consumado.” Foi com essas duas palavras que o deputado federal eleito Jeffrey Chiquini (Novo-PR) anunciou nas redes, no começo da tarde deste domingo (25), que tinha votado no segundo turno. Chiquini vota no 2º turno com um adesivo do 22, o número de Flávio Bolsonaro (PL), preso à jaqueta, e posou sorrindo ao lado da urna e da cabine da Justiça Eleitoral. Em poucos minutos, a publicação passou de 7 mil curtidas e 400 comentários.
A frase é a mesma que o Evangelho de João atribui a Jesus na cruz, no capítulo 19, e é usada com frequência por políticos e militantes para dizer que algo está decidido. No caso de Chiquini, ela fala de um resultado que ainda não existe: as urnas fecham às 17h, no horário de Brasília, e só depois disso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a divulgar os números oficiais.

Drogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.Quem é o deputado que fez 425 mil votos
Chiquini é advogado criminalista, tem 36 anos e nasceu em Curitiba. Disputou neste ano a primeira eleição e saiu do primeiro turno com 425.399 votos, a maior votação já registrada para a Câmara no Paraná, segundo o TSE. O recorde anterior era de Ratinho Junior, com 358.924 votos em 2010. A Folha contou essa história na matéria sobre o deputado federal Jeffrey Chiquini, publicada no dia seguinte ao primeiro turno.
Antes da política, Chiquini advogava desde 2013, com atuação em Direito Penal e Processo Penal, e dava aulas de processo penal em Curitiba. O partido dele também saiu forte do Paraná: o segundo deputado federal mais votado do estado foi Guilherme Kilter, do mesmo Novo, com 269.832 votos. Os dois chegam juntos à Câmara em fevereiro, quando começa a nova legislatura.
Desde então, ele virou um dos rostos da campanha de Flávio nas redes. Gravou vídeos no Nordeste, atacou canais de apoio a Lula (PT) e, no sábado (24), disse em vídeo que Flávio “já venceu”, com base numa pesquisa registrada que dava 51,3% a 48,7% dos votos válidos para o senador. Pesquisa não é resultado, e ele não apresentou outro dado além dela.
Chiquini vota no 2º turno: o que a lei permite
O adesivo que aparece na foto é permitido. A Lei das Eleições, no artigo 39-A, autoriza o eleitor a mostrar a preferência por um candidato no dia da votação de forma individual e silenciosa, com bandeira, broche, dístico ou adesivo. O que a lei proíbe é a aglomeração com material de campanha, a boca de urna e o uso de celular dentro da cabine de votação. Na foto publicada por Chiquini, ele está fora da cabine, de frente para a câmera, e a tela da urna não aparece.
Alpha for MenO texto da lei está no site do Planalto. Quem estiver na fila às 17h ainda vota. É preciso levar documento oficial com foto ou o título digital.
A disputa do segundo turno
Flávio e Lula repetem neste domingo o confronto de 4 de outubro. No primeiro turno, Flávio teve 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto. Os dois votaram pela manhã: Flávio às 8h20, em Vila Isabel, no Rio, como mostrou a cobertura do voto de Flávio no Rio, e Lula por volta das 10h, em São Bernardo do Campo (SP), numa coletiva em que Janja mandou um repórter se catar.
Em Patrocínio (MG), Flávio teve 61,2% dos votos válidos no primeiro turno, contra 30,4% de Lula. O resultado da cidade e do país vai estar na página de apuração em tempo real a partir das 17h.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






