Justiça

Vereador é acusado de estelionato e assédio contra cliente

Segundo a Cliente, Parlamentar teria vendido veículo com vício oculto, descumprido acordo financeiro e usado sua posição para intimidar a vítima, que acionou a Justiça em busca de indenização.

Um vereador de Patrocínio está no centro de uma grave acusação envolvendo estelionato e assédio contra uma cliente.

A denúncia que será apresentada à Justiça e disse que ele vendeu um carro com vício oculto, descumpriu um acordo financeiro e ainda tentou intimidar a cliente para evitar repercussões legais.

Dívida só foi quitada após cobrança judicial

A consumidora adquiriu um Hyundai HB20 na loja do parlamentar e entregou um Hyundai Tucson como parte do pagamento.

O combinado era que o financiamento do veículo deixado na troca seria quitado imediatamente.

No entanto, mesmo após revender o carro, o vereador não realizou o pagamento da dívida.

A situação só foi resolvida depois que a vítima tomou medidas legais e executou a cobrança de forma extrajudicial.

Veículo só foi retirado do nome da cliente na data de hoje 02 de abril pouco mais de 11 horas da manhã de hoje.

Problemas mecânicos e tentativa de coação

O HB20 adquirido apresentou defeito no motor em pouco mais de um mês, caracterizando um vício oculto conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Ao tentar solucionar o problema, segundo a cliente, existe algo ainda mais grave, uma nova irregularidade: gravações anexadas ao processo e Boletim de Ocorrência na Polícia Militar indicam que o vereador tentou assediá-la e intimidá-la para evitar a exposição do caso.

A cliente relatou que ele teria usado sua posição de poder para manipular a situação, buscando evitar consequências legais.

O abuso de autoridade e a tentativa de coerção se for confirmado, tornam o caso ainda mais grave, levantando questionamentos sobre a conduta ética do parlamentar.

Pedido de indenização e possível investigação do MP

Diante dos prejuízos financeiros e do assédio, a cliente denunciou o caso no Folha de Patrocínio e foi orientada a acionar o Procon e está ingressando  uma ação judicial para exigir indenização por danos materiais e morais.

O Ministério Público também pode investigar o caso, uma vez que há indícios de fraude financeira e práticas abusivas contra o consumidor.

Credibilidade em xeque

A denúncia coloca em dúvida a credibilidade do vereador, que já ocupou o cargo de no Procon, órgão que deveria justamente proteger os consumidores de situações como essa.

O caso pode gerar desdobramentos políticos e judiciais.

 

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