PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Nacional

Portinho e Jordy, do PL, são os senadores eleitos no Rio de Janeiro

Chapa só do PL deixa Benedita da Silva (PT) em terceiro, com 20,22% e a 691.640 votos da segunda vaga; às 22h04, com 100% das seções, o TSE ainda não tinha marcado os eleitos.

Os senadores eleitos no Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy, lado a lado, cada um falando ao microfone em comissões do Senado
Os senadores eleitos no Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy, lado a lado, cada um falando ao microfone em comissões do Senado

Carlos Portinho e Carlos Jordy, os dois do PL, são os senadores eleitos no Rio de Janeiro na votação deste domingo (4). Com 100% das seções totalizadas às 22h04, Portinho somava 4.264.932 votos (26,77% dos válidos) e Jordy, 3.912.405 (24,56%), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No horário desse dado, o TSE ainda não tinha marcado a situação de eleito para nenhum dos dois. Com todas as seções apuradas, porém, a conta está fechada: Jordy ficou 691.640 votos à frente da terceira colocada, Benedita da Silva (PT), e não há mais voto a contar.

Nesta eleição, cada eleitor escolheu dois nomes para o Senado. Os percentuais são calculados sobre os 15.923.657 votos válidos dados aos candidatos ao cargo, que somam os dois votos de cada pessoa, e não sobre os 9.845.867 eleitores que compareceram às urnas. Os números completos estão no portal de resultados do TSE.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Como ficou a disputa pelos senadores eleitos no Rio de Janeiro

Benedita da Silva terminou em terceiro lugar, com 3.220.765 votos (20,22%). Depois dela vieram Pedro Paulo (PSD), com 1.904.352 (11,95%), Monica Benicio (PSOL), com 1.538.444 (9,66%), e Marcelo Crivella (Republicanos), com 539.598 (3,39%). Nenhum dos outros nove candidatos passou de 1,3% dos votos válidos.

Portinho e Jordy concorreram pelo PL sem coligação, numa chapa formada só por nomes do partido. Benedita e Pedro Paulo saíram pela mesma coligação, Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir, que reuniu 12 partidos, entre eles PT, PSD, MDB, PDT e PSB, e lançou os dois para as duas vagas. Com o resultado, os senadores eleitos no Rio de Janeiro são do mesmo partido.

A chapa do PL mudou ao longo do ano. Em fevereiro, o partido tinha escolhido o governador Cláudio Castro e Márcio Canella (União Brasil), então prefeito de Belford Roxo, para as duas vagas. Portinho disse em nota, segundo o Poder360, que a escolha o desagradou, mas que ficaria no PL. Castro desistiu da candidatura em maio, e o partido confirmou Portinho em julho, de acordo com O Liberal. Em agosto, depois que Canella decidiu concorrer a deputado estadual, o PL indicou Jordy para a segunda vaga, como noticiou O Antagonista.

Carlos Portinho, um dos senadores eleitos no Rio de Janeiro, fala ao microfone na Comissão de Constituição e Justiça do Senado
Carlos Portinho (PL), senador desde 2020 e o mais votado para o Senado no Rio de Janeiro, em reunião da CCJ em abril de 2026. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Quem é Carlos Portinho

Carlos Francisco Portinho tem 53 anos e nasceu no Rio de Janeiro. É advogado formado pela PUC-Rio, com especialização em direito esportivo, e foi vice-presidente jurídico do Flamengo, segundo o Congresso em Foco. Foi secretário municipal de Habitação do Rio em 2014, na gestão de Eduardo Paes, e secretário estadual de Meio Ambiente em 2016, no governo de Luiz Fernando Pezão, como registra o perfil dos candidatos publicado pela Agência Senado.

Em 2018, entrou na chapa de Arolde de Oliveira (PSD) como primeiro suplente. Assumiu a cadeira em 3 de novembro de 2020, depois que Arolde morreu de complicações da covid-19, em 21 de outubro daquele ano. Um mês depois, trocou o PSD pelo PL. No Senado, liderou a bancada do partido de fevereiro de 2021 a junho de 2022 e foi líder do governo Jair Bolsonaro até dezembro de 2022, segundo a Itatiaia. Também foi relator da lei das Sociedades Anônimas do Futebol, a SAF, e do Marco Legal das Startups, os dois de 2021. Agora ganha o primeiro mandato próprio, depois de quase seis anos no cargo como suplente.

Carlos Jordy, um dos senadores eleitos no Rio de Janeiro, fala ao microfone em audiência na Comissão de Segurança Pública do Senado
O deputado federal Carlos Jordy (PL), segundo mais votado para o Senado no Rio de Janeiro, em audiência no Senado em setembro de 2025. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Quem é Carlos Jordy

Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior, o Carlos Jordy, tem 44 anos e nasceu em Niterói. Antes da política, trabalhou como garçom e foi analista de planejamento e orçamento da Prefeitura de São Gonçalo, segundo o jornal O Povo. Foi vereador de Niterói de 2017 a 2019.

Em 2018, foi eleito deputado federal com 204.048 votos e, em 2022, reeleito com 114.587, de acordo com a IstoÉ. Em janeiro de 2024, era o líder da oposição na Câmara dos Deputados, segundo O Povo. Em 2024, disputou a Prefeitura de Niterói e perdeu no segundo turno para Rodrigo Neves (PDT), que teve 57,2% dos votos válidos contra 42,8% do deputado, também segundo a revista. Entre os dois senadores eleitos no Rio de Janeiro, Jordy é o que chega ao Senado sem passagem anterior pela Casa.

Quem deixa as cadeiras do Rio no Senado

As duas vagas em disputa são as conquistadas em 2018 por Flávio Bolsonaro e Arolde de Oliveira. Flávio não tentou a reeleição. Ele foi o candidato do PL à Presidência da República e, pela projeção do Datafolha, disputa o segundo turno contra Lula em 25 de outubro, como a Folha mostrou em Datafolha projeta 2º turno entre Lula e Flávio.

A outra cadeira é a de Arolde, ocupada por Portinho desde 2020, que agora fica com ele por mais oito anos. O terceiro senador do estado, Romário, foi reeleito em 2022 e tem mandato até janeiro de 2031, segundo os dados abertos do Senado. Ele não estava em disputa neste domingo e, a partir de fevereiro, vai dividir a bancada fluminense com os senadores eleitos no Rio de Janeiro.

O que muda com os senadores eleitos no Rio de Janeiro a partir de 2027

Portinho e Jordy tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandatos de oito anos, até 2035. Em 2026, o Senado renovou dois terços das cadeiras, 54 das 81, duas por estado. No Distrito Federal, por exemplo, as duas vagas ficaram com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis.

Cada eleito leva dois suplentes, que assumem a cadeira em caso de licença, renúncia ou morte do titular. Os suplentes de Portinho são Samuel Malafaia e Marcelinho, e os de Jordy, Lucimar Ferreira e Zé Augusto Nalin, todos do PL, segundo o registro no TSE. Jordy deixa a Câmara ao fim do atual mandato de deputado federal, em 31 de janeiro de 2027.

A marcação oficial de eleitos e a diplomação dependem do TSE. A Folha acompanha os números de todos os estados na apuração em tempo real.


Enquete: avalie a gestão do prefeito de Patrocínio

Retrato oficial do prefeito de Patrocínio, Gustavo Brasileiro
Gustavo Brasileiro, prefeito de Patrocínio. Foto: Prefeitura de Patrocínio/Divulgação

A Folha de Patrocínio quer ouvir você: como está sendo, na sua avaliação, este 1 ano e 6 meses de gestão do prefeito Gustavo Brasileiro à frente da Prefeitura de Patrocínio? Vote na enquete abaixo.


Nossa linha editorial

Somos um jornal de direita. E não escondemos isso.

Na reportagem, a regra vale para todos: fato checado, fonte citada e espaço para o outro lado. Na opinião, a Folha defende o que acredita.

Conheça nossos princípios →
  • Liberdade de expressãoOpinião não é crime.
  • FamíliaA base de uma cidade forte.
  • Livre iniciativaQuem empreende gera emprego.
  • Segurança públicaLei cumprida e polícia respeitada.
  • Menos EstadoImposto baixo e dinheiro público bem gasto.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men
Publicidade
Alpha for Men