João Batista Ferreira morreu em Patrocínio nesta terça-feira, 18 de agosto, aos 64 anos. Ele era conhecido na cidade como João da Catiguá. A morte foi confirmada pela Funerária São Pedro e Príncipe da Paz, responsável por conduzir o velório e o sepultamento.
João Batista Ferreira era casado com Maria de Fátima Lacerda Gonzaga Machado. Ele deixa também a mãe, Geralda Maria Ferreira, e os irmãos José Marciano, Raul, Maria Geralda, Aparecida, Lorival, Elizângela, Adeir e Juliana, além de outros parentes e amigos que hoje lamentam a perda.

Velório e sepultamento de João Batista Ferreira
As homenagens de despedida a João Batista Ferreira começam nesta quarta-feira, 19 de agosto, às 7h, na sala 4 do velório da Funerária São Pedro e Príncipe da Paz, em Patrocínio. É o horário em que familiares, amigos e conhecidos poderão se despedir antes do sepultamento.
O sepultamento está marcado para as 15h do mesmo dia, no Cemitério Municipal de Patrocínio, administrado pela Prefeitura e destino da maior parte dos sepultamentos que a Folha noticia na cidade. A funerária confirmou os horários e, até a publicação desta nota, não havia informações públicas sobre a causa da morte. A Folha de Patrocínio atualiza esta cobertura caso novos dados sejam confirmados pela família.
Quem era João da Catiguá
Em Patrocínio, é comum que moradores fiquem conhecidos por um apelido ligado a um lugar, uma atividade ou uma característica pessoal, muitas vezes mais do que pelo próprio nome de registro. Foi assim que João Batista Ferreira passou a ser chamado de João da Catiguá pelos vizinhos e conhecidos da cidade.
A Folha de Patrocínio não tem, até o momento, mais detalhes sobre a trajetória de João Batista Ferreira além do que a família e a Funerária São Pedro e Príncipe da Paz confirmaram publicamente. Se novas informações sobre sua história surgirem, elas serão incorporadas a esta cobertura.
A funerária responsável por este velório, a São Pedro e Príncipe da Paz, é a mesma que atendeu outras famílias de Patrocínio nos últimos dias, incluindo a de Giovanni Idelfonso França, morto no início da mesma semana. Ambos os velórios foram realizados na mesma unidade, sinal de como o serviço funerário local acompanha de perto o cotidiano da cidade nesses momentos de perda.
Apelidos como esse costumam nascer de um jeito informal de identificar alguém dentro de uma comunidade pequena, onde vizinhos e conhecidos convivem há décadas. Muitas vezes o apelido vira a forma mais comum de chamar a pessoa, a ponto de o nome de registro só aparecer mesmo em documentos oficiais, como a própria nota de falecimento.
Onde buscar orientação após a perda de um familiar
Famílias enlutadas em Patrocínio costumam recorrer primeiro à própria funerária responsável pelo velório para dúvidas sobre documentação, certidão de óbito e providências imediatas. É o canal mais rápido logo nas primeiras horas após uma morte.
Para quem dependia financeiramente da pessoa falecida, existe ainda a possibilidade de solicitar o benefício de pensão por morte junto ao INSS, cujas regras, prazos e documentos exigidos estão detalhados no portal oficial do INSS sobre pensão por morte. O pedido pode ser feito pelo aplicativo ou site Meu INSS, sem necessidade de comparecer presencialmente a uma agência na maioria dos casos.
A Folha de Patrocínio mantém uma editoria dedicada a registrar esses momentos de despedida na cidade, reunida na seção de Obituário do site, com informações de velórios e sepultamentos sempre confirmadas junto às famílias e funerárias locais antes da publicação.
A família de João Batista Ferreira agradece, desde já, as manifestações de carinho e solidariedade recebidas de parentes, amigos e vizinhos neste momento de luto.

