Otaviano Pivetta é eleito governador de Mato Grosso no 1º turno com 60,77%
Com 99,92% das urnas apuradas, Otaviano Pivetta tem 1.127.130 votos, 60,77% dos válidos; Wellington Fagundes aparece com 23,19% e o TSE ainda fecha a totalização.

Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito governador de Mato Grosso no primeiro turno. Com 100,00% das urnas apuradas às 21h22 deste domingo (4), soma 1.128.099 votos, ou 60,77% dos válidos, contra 23,19% de Wellington Fagundes (PL). A totalização do TSE está concluída e confirma a vitória no primeiro turno.

Governador de Mato Grosso: como foi a votação
Otaviano Pivetta lidera com 1.128.099 votos (60,77% dos válidos). Wellington Fagundes (PL) aparece em segundo, com 430.442 votos (23,19%), uma diferença de 697.657 votos. Em pontos percentuais, a distância entre os dois é de 37,58. A tabela traz todos os candidatos ao governo de Mato Grosso, na apuração do TSE das 21h22.
Em terceiro lugar vem Doutora Natasha (PSD), com 15,17% dos válidos. Os outros 4 candidatos, do terceiro lugar em diante, somam 16,04% dos votos válidos. Ao todo, 6 candidatos disputaram o governo de Mato Grosso.
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Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.| Posição | Candidato | Partido | Votos | % dos válidos |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Otaviano Pivetta | Republicanos | 1.128.099 | 60,77% |
| 2º | Wellington Fagundes | PL | 430.442 | 23,19% |
| 3º | Doutora Natasha | PSD | 281.548 | 15,17% |
| 4º | Rafaell Milas | Missão | 10.300 | 0,55% |
| 5º | Sargento Laudicério | Agir | 3.210 | 0,17% |
| 6º | Mauricio Coelho | Mobiliza | 2.694 | 0,15% |
Por que a Folha considera o governador de Mato Grosso eleito
Para governador, vence no primeiro turno quem tiver mais da metade dos votos válidos, sem contar brancos e nulos. Se ninguém chegar a esse patamar, os dois mais votados disputam o segundo turno, em 25 de outubro. A regra vale para os 26 estados e para o Distrito Federal. O TSE totalizou as 8.287 seções do estado. Mesmo assim, vale mostrar a conta que já garantia o resultado antes do fim da contagem. Em eleição majoritária, os votos em branco e os nulos não entram no cálculo do percentual dos candidatos.
Com as 8.287 seções totalizadas, o total de votos válidos é de 1.856.293, e a metade seria 928.147. Otaviano Pivetta tem 1.128.099, 199.953 votos a mais que esse número, o que garante a vitória no primeiro turno. A distância para Wellington Fagundes é de 37,58 pontos percentuais. Votos em branco e nulos não entram nessa soma. Para o eleitor, isso significa que não haverá segundo turno na disputa pelo governo de Mato Grosso: a eleição estadual está decidida. A proclamação oficial do resultado e a diplomação cabem à Justiça Eleitoral.
Quem é Otaviano Pivetta
Otaviano Pivetta, de 67 anos, nasceu em Caiçara (RS) e foi para Mato Grosso ainda jovem. Empresário do agronegócio, é um dos pioneiros de Lucas do Rio Verde, cidade da qual foi prefeito três vezes, a primeira eleito em 1996. Também foi deputado estadual entre 2003 e 2006.
Integrou a chapa de Mauro Mendes como vice-governador, eleito em 2018 e reeleito em 2022. Assumiu o governo em março de 2026, quando Mendes deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado, e agora recebe o primeiro mandato próprio como governador.
Comparecimento e votos nulos na eleição para governador de Mato Grosso
Mato Grosso tem 2.634.992 eleitores aptos. Nas seções já totalizadas, 2.049.718 compareceram (77,79%) e 585.274 não foram votar (22,21%). Entre os que votaram, 1.856.293 votos foram válidos (90,56%), 82.690 em branco (4,03%) e 110.735 nulos (5,40%).
O que acontece agora
A Justiça Eleitoral conclui a totalização e depois diploma o governador. O mandato do governador de Mato Grosso é de quatro anos, com direito a uma reeleição consecutiva, e a posse está prevista para 6 de janeiro de 2027. Nos estados em que nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos, os dois mais votados disputam o segundo turno, em 25 de outubro.
Quem quiser acompanhar o restante da apuração pode abrir o painel de resultados do TSE. A Folha também publicou a apuração em tempo real e o parcial para governador de Minas. A Folha não recomenda voto em candidato nenhum.
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