Gato preso no carro faz casal acionar Bombeiros no Centro
A ocorrência na Rua Presidente Vargas, por volta das 8h de sexta (9), serve de alerta: no frio e na chuva, gatos buscam o calor do motor.

Um gato preso no carro foi percebido por um casal que estava no veículo, por volta das 8h de sexta (9), na Rua Presidente Vargas, no Centro de Patrocínio. A dupla chamou o Corpo de Bombeiros, e uma equipe foi ao local fazer o salvamento do animal.
O que se sabe sobre a ocorrência
O chamado de salvamento de animal chegou aos militares na manhã de sexta-feira, 9 de outubro. Segundo o relato da ocorrência, o gato havia ficado preso na parte dianteira do carro, e o casal viu o bicho e pediu ajuda. A equipe dos Bombeiros compareceu à Rua Presidente Vargas, na região central, com a missão de retirar o felino com segurança.

As informações disponíveis não detalham o estado de saúde do gato nem o que aconteceu com ele depois do atendimento. Por isso, esta reportagem não afirma nada além do que foi registrado: houve o chamado, a equipe foi ao local e o objetivo era remover o animal sem machucá-lo. O casal não foi identificado.
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Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.Um animal pequeno entra por baixo do veículo, sobe pela roda ou se acomoda perto do motor, e o motorista só descobre quando liga o carro ou ouve um miado vindo do capô. Em Patrocínio, a Folha já mostrou outro salvamento de bichano pelos militares, o do gato que passou dois dias em uma árvore de 11 metros, mais um chamado desse tipo atendido pelos Bombeiros na cidade.
Como evitar um gato preso no carro
Evitar o problema leva poucos segundos. Antes de dar a partida, principalmente se o carro dormiu na rua, vale seguir este roteiro:
- bater com a palma da mão no capô e nas laterais do veículo;
- buzinar uma ou duas vezes, para assustar qualquer animal escondido;
- olhar embaixo do carro e perto das rodas antes de entrar;
- esperar alguns instantes antes de ligar o motor, para dar tempo de o bicho sair sozinho.
O cuidado pesa mais nos dias frios e chuvosos. Gatos, sobretudo os de rua e os filhotes, procuram abrigo e calor, e um motor que acabou de ser desligado continua aquecido por algum tempo. O compartimento do motor e a área perto das rodas viram esconderijo fácil. Quem já teve um gato preso no carro sabe que o susto é grande, para o animal e para o dono do veículo.
Se você ouvir miados e não enxergar o bicho, não ligue o carro. O motor em funcionamento, as correias e as peças móveis podem ferir o animal gravemente. A recomendação é parar, chamar ajuda e deixar a retirada para quem tem treinamento e equipamento.
Como acionar os Bombeiros
O número do Corpo de Bombeiros é o 193, gratuito e disponível a qualquer hora. Ao ligar, informe o endereço com ponto de referência, diga que se trata de um animal preso e descreva a situação: em que parte do veículo ele está, se o carro está parado e se há movimento de pedestres ou de outros carros por perto. Informações claras ajudam a equipe a chegar preparada, seja num caso de gato preso no carro, seja em outro tipo de salvamento animal. O site do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais traz outras orientações à população.
Alpha for MenEnquanto a guarnição não chega, mantenha o carro desligado e afastado do trânsito, se for possível, e evite enfiar a mão no vão do motor ou perto das rodas. Um gato assustado pode arranhar e morder, e uma tentativa apressada de puxar o animal pode agravar ferimentos. Se houver crianças por perto, peça que se afastem.
O que fazer com um animal ferido
Quando o bicho aparece machucado depois de um episódio assim, a orientação geral é manter a calma, evitar movimentos bruscos e, se for seguro, cobri-lo com um pano ou toalha e colocá-lo em uma caixa ventilada. Não ofereça remédio humano, porque muitos são tóxicos para gatos. O melhor caminho é levar o animal a uma clínica veterinária o quanto antes.
Para animais de rua sem dono, a Prefeitura é o órgão que responde pelo tema no município. A Folha não confirmou um telefone ou canal oficial específico do setor responsável, então o leitor deve procurar a Prefeitura de Patrocínio pelos canais divulgados em seu portal antes de se deslocar. Em caso de risco imediato para o animal ou para pessoas, o 193 continua sendo o caminho mais rápido.
Adoção responsável como saída
Muitos dos gatos que se abrigam em carros e telhados são animais abandonados ou nascidos na rua. Quem quer ajudar pode apostar na adoção, que tira o bichano do risco do trânsito e do frio. A Folha publicou os detalhes da feira de adoção de Patrocínio, que apresentava mais de 20 filhotes em busca de uma família. Adotar exige compromisso com vacinas, vermifugação, castração e alimentação, e é uma decisão para toda a vida do animal, que pode passar de uma década.
O caso da Rua Presidente Vargas serve de lembrete para quem dirige na cidade: dois segundos antes de girar a chave podem evitar que um gato preso no carro acabe ferido. Outras notícias do dia a dia da cidade estão na editoria Cidade da Folha.
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