PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
17h35Mulher de 31 anos é achada morta em Santa Juliana; companheiro é preso17h16Pesquisa do Veritá diz ter acertado o 1º turno; Folha confere17h12Focos de dengue: chuva e calor fazem Prefeitura mapear criadouros em Patrocínio17h12Mais de 4 mil luminárias LED em Patrocínio: Prefeitura liga iluminação a câmeras e segurança17h12Novos CEPs em Patrocínio: veja as ruas atualizadas e quando a base dos Correios muda17h12200 casas populares no Serra Negra: Prefeitura abre ruas e leva rede elétrica à área17h12REURB do Serra Negra: drone faz 12 mil imagens aéreas para regularizar o bairro16h46Qual capital tem a cesta básica mais cara? São Paulo lidera com R$ 922,5116h26Nikolas Ferreira pergunta onde estavam os artistas15h24Vorcaro e Vini Jr: o que as mensagens apreendidas mostram
Nacional

Qual capital tem a cesta básica mais cara? São Paulo lidera com R$ 922,51

O custo dos alimentos básicos subiu nas 27 capitais em setembro. Em Belo Horizonte, a cesta de R$ 802,99 consome 53,55% do salário mínimo líquido, segundo o Dieese.

Prato com arroz, feijão, bife, ovo frito e salada, itens da cesta básica mais cara do país (foto: Tet, CC0)
Prato com arroz, feijão, bife, ovo frito e salada, itens da cesta básica mais cara do país (foto: Tet, CC0)

A cesta básica mais cara do país em setembro foi a de São Paulo, que custou R$ 922,51, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita pelo Dieese em parceria com a Conab e divulgada na sexta-feira (9). O custo dos alimentos básicos subiu nas 27 capitais pesquisadas entre agosto e setembro, e a lista da cesta básica mais cara tem o Sudeste e o Sul no topo. Em Belo Horizonte, a cesta ficou em R$ 802,99, alta de 5,72% em um mês.

O trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 1.621 precisou destinar, em média, 50,21% da renda líquida para comprar a cesta nas 27 capitais. Em agosto, o percentual era de 48,46%. O tempo de trabalho necessário subiu de 98 horas e 37 minutos para 102 horas e 11 minutos.

Cesta básica mais cara: o ranking de setembro

As quatro capitais com os maiores custos ficaram acima de R$ 890. A tabela traz as cestas mais caras, a de Belo Horizonte e a mais barata do levantamento.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
ACIP e CDL PatrocínioACIP e CDL PatrocínioJuntos pelo comércio de Patrocínio.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Restaurante GuritaRestaurante GuritaA melhor comida da cidade.
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.
CapitalValor da cestaVariação em um mês
São PauloR$ 922,512,43%
FlorianópolisR$ 915,627,61%
Rio de JaneiroR$ 913,467,32%
CuiabáR$ 891,244,66%
Porto AlegreR$ 889,155,93%
Belo HorizonteR$ 802,995,72%
AracajuR$ 587,762,94%

Florianópolis teve a maior alta mensal entre as capitais mais caras, com 7,61%, seguida do Rio de Janeiro, com 7,32%. Na comparação com setembro de 2025, o custo da cesta foi maior em todas as capitais, com variações de 2,61%, em Boa Vista, a 15,14%, em Fortaleza. No acumulado do ano, entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, os aumentos ficaram entre 3,95%, em Campo Grande, e 16,76%, em Porto Velho.

Por que Aracaju aparece no fim da lista

As capitais do Norte e do Nordeste não entram na mesma régua. Nessas cidades a cesta leva menos carne, não inclui batata e traz farinha de mandioca no lugar da farinha de trigo. Por isso os menores valores, como os de Aracaju (R$ 587,76), Maceió (R$ 631,28), Salvador (R$ 634,67) e Natal (R$ 635,60), não podem ser comparados diretamente com os do Sul e do Sudeste. Para saber qual é a cesta básica mais cara de cada região, a comparação mais segura é a variação de cada capital ao longo do tempo.

Belo Horizonte: tomate e batata puxam a alta

Na lista da cesta básica mais cara do país, Belo Horizonte aparece na décima posição entre as 27 capitais. A cesta da capital mineira acumulou alta de 11,72% em 12 meses e de 11,02% desde dezembro de 2025. Entre agosto e setembro, nove dos 13 produtos ficaram mais caros. O tomate subiu 51,86% e a batata, 34,73%. O arroz agulhinha avançou 8,55% e a carne bovina de primeira, 2,21%.

Em quatro itens o preço caiu: banana (-11,24%), feijão carioca (-3,34%), café em pó (-1,90%) e manteiga (-1,35%). No ano, o tomate acumula alta de 96,44% na capital mineira, e o café em pó, queda de 18,87%.

O trabalhador de Belo Horizonte que ganha um salário mínimo precisou trabalhar 108 horas e 59 minutos para comprar a cesta em setembro, contra 103 horas e 05 minutos em agosto. A cesta consumiu 53,55% do salário mínimo líquido, acima da média das capitais.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

O que explica a alta dos alimentos

Segundo o Dieese, o clima e o cenário internacional pressionaram os preços. O índice de preços dos alimentos da FAO, órgão da ONU para a agricultura, subiu 1,5% em setembro e chegou a 136 pontos, o maior nível desde novembro de 2022, por causa de problemas de logística ligados a conflitos e de questões climáticas.

No varejo brasileiro, o tomate está entre os itens de maior alta. O preço subiu em 26 das 27 capitais entre agosto e setembro, porque as temperaturas baixas atrasaram a maturação do fruto e reduziram a oferta. A batata ficou mais cara em todas as cidades do Centro-Sul por causa das chuvas. O arroz agulhinha subiu em 24 capitais.

O café em pó caminhou no sentido contrário. O preço médio do quilo caiu em 25 das 27 capitais em setembro e diminuiu nas 27 em 12 meses, com quedas entre 9,30%, em Natal, e 24,50%, no Rio de Janeiro. O Dieese atribui o recuo à maior oferta e à perspectiva de uma boa safra.

O salário mínimo necessário

Com base na cesta básica mais cara, a de São Paulo, o Dieese calcula o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas. Em setembro, o valor estimado foi de R$ 7.750,01, ou 4,78 vezes o mínimo vigente, de R$ 1.621. Em agosto, o cálculo era de R$ 7.565,86, e em setembro de 2025, de R$ 7.075,83. Trata-se de uma estimativa técnica do instituto, e não do valor legal do salário mínimo.

O que este dado não diz

A pesquisa mede o preço médio de uma lista fixa de alimentos nas capitais e não representa o gasto real de cada família, que varia conforme o local de compra e os hábitos de consumo. Os números também não indicam o que acontecerá em outubro: o Dieese divulga o resultado de cada mês no começo do mês seguinte, e a edição de outubro mostrará se a pressão continua.

E em Patrocínio (MG)?

O Dieese não pesquisa Patrocínio nem outras cidades do interior. A referência de Minas Gerais é Belo Horizonte, e a alta de 5,72% na capital mostra o tamanho da pressão que o consumidor mineiro sentiu em setembro. A cesta básica mais cara do país, a de São Paulo, não diz o que acontece nas cidades do interior, mas a queda do café em pó pesa na região do maior produtor do país, e a Folha acompanha o assunto em preço do café cai quase 7% em setembro.

Para quem pesquisa preços, a Folha publicou o levantamento combustíveis em Patrocínio: etanol compensa em 16 de 17 postos. Na inflação oficial, o IPCA de setembro e a projeção do mercado para o ano estão em projeção da inflação de 2026 passa do teto da meta. O consumidor que encontrar preço abusivo, propaganda enganosa ou produto vencido pode registrar a queixa no Procon Municipal de Patrocínio.


Enquete: avalie a gestão do prefeito de Patrocínio

Retrato oficial do prefeito de Patrocínio, Gustavo Brasileiro
Gustavo Brasileiro, prefeito de Patrocínio. Foto: Prefeitura de Patrocínio/Divulgação

A Folha de Patrocínio quer ouvir você: como está sendo, na sua avaliação, este 1 ano e 6 meses de gestão do prefeito Gustavo Brasileiro à frente da Prefeitura de Patrocínio? Vote na enquete abaixo.


Nossa linha editorial

Somos um jornal de direita. E não escondemos isso.

Na reportagem, a regra vale para todos: fato checado, fonte citada e espaço para o outro lado. Na opinião, a Folha defende o que acredita.

Conheça nossos princípios →
  • Liberdade de expressãoOpinião não é crime.
  • FamíliaA base de uma cidade forte.
  • Livre iniciativaQuem empreende gera emprego.
  • Segurança públicaLei cumprida e polícia respeitada.
  • Menos EstadoImposto baixo e dinheiro público bem gasto.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men