PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

AO VIVO
17h14Temporal em São Gotardo danifica 10 casas e derruba muro do cemitério sobre loja e carro17h11Livro sobre a prisão de Lula: agente da PF relata os 580 dias em Curitiba, o voo de helicóptero e a cela17h08Dólar desde a eleição: de R$ 5,04 a R$ 5,49, alta de 9%, e moeda volta a subir com Lara Resende no radar de Lula17h06Corinthians x São Paulo na quarta (4): Corinthians tem 42,7% de risco de queda, e o Tricolor é o 10º16h59Instabilidade no Pix e no app do Banco do Brasil: mais de 5,8 mil relatos, e a causa segue sem confirmação16h56Deboxe em Patos de Minas: evento de som automotivo tem data marcada para 19 de dezembro no UNIPAM16h47Auxílio Mãe Atípica de R$ 600: já dá para pedir? O que a Câmara aprovou e o que ainda falta16h45Nova carteira de identidade já pode ser agendada pelo celular em Minas; RG antigo vale até 203216h40Ataque dos EUA ao Irã em Ormuz: oficial fala em ação “defensiva”, e a mídia iraniana relata explosões em Qeshm16h32Consumo de carne bovina: cada brasileiro terá 2,3 kg a menos em 2026, projeta a Conab
Política

TRE-MG barra candidatura de Anderson Adauto para deputado federal

Ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba teve candidatura indeferida por unanimidade pelo TRE-MG; decisão pode ser objeto de recurso.

Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba, em foto de arquivo
Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba, em foto de arquivo

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) indeferiu, nesta quinta-feira (10), o registro de candidatura a deputado federal do ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto (PV). A decisão foi tomada em primeira instância e ainda pode ser revertida por recurso, mas por enquanto tira Adauto da disputa pela Câmara dos Deputados nas eleições de outubro.

Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba, em foto de arquivo
Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba. Foto: Ricardo Stuckert/PR – Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

Como foi a decisão do TRE-MG

O relator do processo, juiz eleitoral Carlos Donizetti Ferreira da Silva, negou o registro da candidatura de Anderson Adauto e foi acompanhado por unanimidade pelos demais integrantes do colegiado. O entendimento se apoia numa condenação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Uberaba, no Triângulo Mineiro, transitada em julgado em outubro de 2018.

Segundo o relator, essa condenação suspendeu os direitos políticos de Adauto por cinco anos, até outubro de 2023. Só depois desse período, na interpretação de Donizetti, é que passou a correr a inelegibilidade de oito anos prevista na Lei da Ficha Limpa, o que empurra o fim da penalidade para outubro de 2031. O juiz classificou a decisão como aplicação estrita da jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e não como uma interpretação ampliada da causa de inelegibilidade.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

O processo por fraude em licitação em Uberaba

A condenação que sustenta a inelegibilidade de Anderson Adauto tem origem numa ação que apurou fraudes em um processo licitatório na Prefeitura de Uberaba, período em que ele estava à frente do Executivo municipal. A Justiça reconheceu prejuízo ao erário e enriquecimento ilícito, este último ligado ao favorecimento patrimonial de terceiros beneficiados pelo esquema. Foi esse acórdão colegiado, e a suspensão de direitos políticos nele contida, que o TRE-MG usou como base para vetar a candidatura nesta quinta-feira (10).

A divergência sobre até quando Adauto fica inelegível

A negativa de registro não chega como surpresa: o Ministério Público Eleitoral (MPE) já havia se manifestado pela impugnação da candidatura antes do julgamento. A divergência está no prazo. Para a Procuradoria, a inelegibilidade de Anderson Adauto deveria se estender até outubro de 2033, não até 2031 como definiu o relator. O argumento do MPE se apoia numa segunda ação contra o ex-ministro, transitada em julgado em outubro de 2021, que resultou em outra suspensão de direitos políticos, desta vez por quatro anos. Somando os prazos dessa segunda condenação, a pena de inelegibilidade só se encerraria dois anos depois da data fixada pelo TRE-MG nesta quinta-feira (10). Como a decisão pode ser objeto de recurso, esse é um dos pontos que ainda pode voltar à mesa em instâncias superiores.

Entenda a Lei da Ficha Limpa

A Lei Complementar 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, tornou inelegíveis por oito anos os candidatos condenados por órgão colegiado, como é o caso de Anderson Adauto, por crimes como improbidade administrativa, mesmo sem trânsito em julgado da condenação criminal correspondente. A norma nasceu de iniciativa popular e passou a valer a partir das eleições municipais de 2012. O ponto em discussão no caso de Adauto, a partir de quando começa a contar o prazo de oito anos quando o condenado já cumpriu outra suspensão de direitos políticos, é um dos temas em que o TSE tem precedentes específicos, e foi essa jurisprudência que o relator do TRE-MG disse estar aplicando. Em Minas, a mesma lei aparece no caso do prefeito de Três Marias, Danilo Rezende, que ficaria inelegível até 2034 por causa da cassação aprovada pela Câmara em 4 de setembro. Em 1º de outubro, o TJMG concedeu liminar em mandado de segurança de Danilo contra a Presidência da Câmara. Segundo relatos, a decisão suspendeu os efeitos da cassação. A liminar é provisória.

Quem é Anderson Adauto

Anderson Adauto Pereira foi ministro dos Transportes no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2003 e 2004, e prefeito de Uberaba por dois mandatos. Filiado ao PV, ele tentava uma vaga na Câmara dos Deputados por Minas Gerais nas eleições de outubro. Por enquanto, a candidatura de Anderson Adauto fica suspensa até que a decisão do TRE-MG seja confirmada ou derrubada em grau de recurso. Quem quiser ler o texto completo da Lei da Ficha Limpa encontra a Lei Complementar 135/2010 no site do Planalto.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

Atualização (17/10, 3h35): em 1º de outubro, depois da publicação desta reportagem, o desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, da 19ª Câmara Cível do TJMG, concedeu liminar em mandado de segurança apresentado por Danilo Rezende contra o presidente da Câmara de Três Marias (processo nº 2838824-16.2026.8.13.0000). Segundo relatos, a decisão suspendeu os efeitos da cassação. A Folha não teve acesso à íntegra do texto. A inelegibilidade até 2034 decorre dessa cassação e só vale se ela for mantida. A versão anterior tratava Danilo como ex-prefeito já inelegível, e o trecho foi atualizado.

Nota de transparência

O redator-chefe da Folha de Patrocínio move ação de indenização por dano moral contra Danilo Barbosa Rezende (processo nº 5000550-82.2026.8.13.0058), em curso na Justiça de Minas Gerais. Essa relação não interferiu na apuração desta reportagem, que se baseia na decisão do TRE-MG que negou o registro de candidatura de Anderson Adauto, relatada pelo juiz Carlos Donizetti Ferreira da Silva, na manifestação do Ministério Público Eleitoral pela impugnação e no texto da Lei Complementar 135/2010. A menção a Danilo Rezende vem da cobertura anterior da Folha sobre a cassação dele pela Câmara de Três Marias.

Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men