Jairo Afonso Vieira morre aos 64 anos em Patrocínio
Velório acontece na Sala 03 da Funerária Frederico Ozanam desde a manhã deste sábado, e o sepultamento está marcado para as 13h de domingo, no Cemitério Municipal.

A família de Jairo Afonso Vieira recebe amigos e conhecidos desde a manhã deste sábado (26) na Funerária Frederico Ozanam, no centro de Patrocínio. Ele morreu aos 64 anos, na cidade, segundo a nota divulgada pela funerária no início da noite.
O velório acontece na Sala 03, na Rua Coronel João Cândido de Aguiar, 606, no Centro. O sepultamento está marcado para as 13h deste domingo (27), no Cemitério Municipal de Patrocínio.
Jairo Afonso Vieira deixa a esposa, Rosa Valdomira Vieira, e os filhos Wesley e Maria Amélia. Também ficam o genro, o neto, a irmã Neusa, o cunhado, sobrinhos e demais parentes e amigos, conforme a relação divulgada pela funerária. A nota não diz a causa da morte nem onde exatamente ele faleceu, e até agora a Folha não obteve essa informação por nenhuma outra via.

Velório e sepultamento de Jairo Afonso Vieira
A cerimônia de despedida começou às 10h deste sábado, na Sala 03. A nota não traz horário de encerramento do velório, que na prática costuma seguir até a saída do cortejo para o cemitério. Quem precisar confirmar horário ou endereço pode falar direto com a Frederico Ozanam pelos telefones (34) 3831-1001, (34) 99988-3751 e (34) 98838-6058.
O enterro será no Cemitério Municipal, onde acontece a maior parte das despedidas da cidade. Em fim de semana os horários costumam se acumular, e a orientação de quem trabalha com isso é chegar com alguma antecedência.
Quem informou a morte
A nota de falecimento foi assinada pela Funerária Frederico Ozanam, que atende em Patrocínio e cuida dos trâmites da despedida. O documento traz o selo da Sociedade de São Vicente de Paulo, a SSVP, organização católica de leigos fundada em Paris em 1833 e batizada em homenagem a Frédéric Ozanam, um de seus criadores. No Brasil a entidade mantém obras sociais em centenas de municípios, e em parte deles isso inclui assistência funerária.
Notas como essa são a forma padrão de comunicar um falecimento no interior de Minas. Saem da funerária, com os dados confirmados pela família, e circulam em rádios, sites e grupos de WhatsApp em poucas horas. É por esse caminho que a maior parte dos moradores de Patrocínio fica sabendo da morte de um conhecido.
Vale um cuidado com o que chega pelo celular. Nota de falecimento é o tipo de mensagem que se espalha rápido e chega remontada, com nome trocado, idade errada ou horário de um velório que já terminou. Antes de repassar, confira se o texto traz o nome da funerária que assina e se os horários batem com os da nota original. No caso de Jairo Afonso Vieira, a informação saiu da Frederico Ozanam.
Como a Folha trata as notas de falecimento
A Folha de Patrocínio publica as notas assim que a funerária as divulga, sem esperar confirmação de terceiros, porque a própria funerária é a fonte primária do dado. O que a redação não faz é acrescentar informação que a nota não traz, como causa da morte ou detalhe de internação. Quando esses dados aparecem, vêm de uma fonte identificada e são atribuídos a ela no texto.
Famílias que quiserem corrigir um dado, incluir o nome de um parente que ficou de fora ou pedir a retirada de uma nota podem procurar a redação pelos canais de contato do site. Correção em nota de falecimento sai no mesmo dia, sem burocracia.
Outras notas publicadas pela Folha estão reunidas na editoria de Obituário. A nota sobre Jairo Afonso Vieira saiu neste sábado e também circulou no Patrocínio Online.
À esposa, aos filhos, à irmã e aos demais familiares e amigos de Jairo Afonso Vieira, os pêsames da redação da Folha de Patrocínio.


