PublicidadeOnNet Telecom

Muito mais opções para viver cada história do seu jeito.Internet e OnNet TV · OnNet Telecom

Corpo e Alma Motel

Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.

Região

Empresário e duas filhas morrem em acidente em Cocalzinho de Goiás

Wilker Renato Almeida da Silva e as filhas Alana e Alice morreram após colisão frontal com uma carreta na BR-414; motorista da carreta fugiu do local.

Wilker Renato Almeida da Silva com as filhas Alana e Alice, vítimas do acidente em Cocalzinho de Goiás
Wilker Renato Almeida da Silva com as filhas Alana e Alice, vítimas do acidente em Cocalzinho de Goiás

O empresário Wilker Renato Almeida da Silva, de 29 anos, e suas duas filhas, Alana Almeida Gomes, de 8 anos, e Alice Almeida Gomes, de 4, morreram na noite de sexta-feira (21) num acidente em Cocalzinho de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, na BR-414. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a caminhonete em que a família estava seguia no sentido Cocalzinho-Anápolis quando bateu de frente com uma carreta carregada de calcário que trafegava na direção contrária.

O que a PRF informou sobre o acidente em Cocalzinho de Goiás

De acordo com a PRF, a colisão ocorreu no km 345 da rodovia e as três vítimas morreram no local em razão da força do impacto. As equipes de socorro não conseguiram reverter o quadro de nenhum dos ocupantes da caminhonete. Após a batida, o motorista da carreta teria deixado o local antes da chegada das equipes de resgate, o que impediu a identificação dele e a realização do teste do bafômetro no momento do acidente. A PRF trata essa informação como ainda em apuração.

Investigação sobre o condutor da carreta segue em aberto

Como o motorista não foi localizado nem identificado até o momento, nenhuma defesa foi apresentada em nome dele. A Polícia Civil de Goiás apura as circunstâncias do acidente em Cocalzinho de Goiás para tentar reconstituir o momento da colisão e localizar o condutor da carreta, que segue sem identificação oficial. A Polícia Rodoviária Federal orienta quem tiver informações sobre o paradeiro do motorista a acionar o número 191.

Publicidade
Drogaria CentroDrogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoDisk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesMonteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomOnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
ACIP e CDL PatrocínioACIP e CDL PatrocínioJuntos pelo comércio de Patrocínio.
Digital Comunicação VisualDigital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheZé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraRivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Restaurante GuritaRestaurante GuritaA melhor comida da cidade.
Corpo e Alma MotelCorpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.
Wilker Renato Almeida da Silva com as filhas Alana e Alice, antes do acidente em Cocalzinho de Goiás
Wilker com as filhas Alana e Alice. Crédito: Reprodução/Instagram.

Quem era Wilker Renato Almeida da Silva

Wilker atuava como empresário, à frente da marca de roupas BlessMe Jeans de Luxo. O acidente em Cocalzinho de Goiás é mais um caso fatal registrado em rodovias do interior nas últimas semanas. Ele viajava com as duas filhas na noite do acidente. Alana tinha 8 anos e Alice, 4, e a família seguia pela BR-414 quando a tragédia aconteceu, na mesma rodovia que liga Cocalzinho de Goiás a Anápolis, no interior goiano.

Comoção nas redes sociais após o acidente em Cocalzinho de Goiás

A morte do empresário e das duas meninas repercutiu entre amigos e conhecidos da família ao longo do fim de semana, com mensagens de despedida nas redes sociais destacando a relação de Wilker com as filhas. A BlessMe Jeans de Luxo também publicou uma homenagem ao fundador da marca em suas redes.

BR-414 tem histórico de acidentes graves no trecho goiano

O acidente na BR-414 que matou Wilker e as filhas não é um caso isolado nesse trecho da rodovia. Em fevereiro deste ano, uma colisão no km 321 da mesma via, também em Cocalzinho de Goiás, deixou cinco mortos. Levantamento da PRF sobre o trecho administrado a partir de Anápolis já havia registrado 829 acidentes e 130 mortes num período de cinco anos, com pista sinuosa, curvas fechadas e acostamento estreito entre os fatores apontados para a alta incidência de colisões frontais e ultrapassagens mal calculadas.

O que diz a lei sobre fugir do local de um acidente

Deixar o local de um acidente sem prestar socorro à vítima, quando é possível fazê-lo, é crime previsto no artigo 305 do Código de Trânsito Brasileiro, com pena de detenção de seis meses a um ano, além da suspensão ou proibição de obter a permissão para dirigir. A pena pode ser agravada dependendo das circunstâncias apuradas pela Polícia Civil no caso do motorista da carreta envolvida no acidente em Cocalzinho de Goiás.

Publicidade
Alpha for MenAlpha for Men

A Folha de Patrocínio lamenta a perda de Wilker, Alana e Alice e acompanha o desdobramento das investigações sobre o acidente em Cocalzinho de Goiás, atualizando esta matéria caso a Polícia Civil confirme novas informações sobre o motorista da carreta.

Nossa linha editorial

Somos um jornal de direita. E não escondemos isso.

Na reportagem, a regra vale para todos: fato checado, fonte citada e espaço para o outro lado. Na opinião, a Folha defende o que acredita.

Conheça nossos princípios →
  • Liberdade de expressãoOpinião não é crime.
  • FamíliaA base de uma cidade forte.
  • Livre iniciativaQuem empreende gera emprego.
  • Segurança públicaLei cumprida e polícia respeitada.
  • Menos EstadoImposto baixo e dinheiro público bem gasto.

Quem anuncia na Folha

Anuncie na Folha →
OnNet TelecomCorpo e Alma MotelDrogaria CentroMonteiro Casa de CarnesRestaurante GuritaZé do LancheDisk Cerveja do RenatinhoDigital Comunicação VisualACIP e CDL PatrocínioRivelini DesentupidoraAlpha for Men