Morreu nesta segunda-feira (17) a patrocinense Cristina Barbosa Gonçalves, aos 46 anos. A informação foi divulgada pela Funerária Santa Terezinha, responsável pelos trâmites do velório e do sepultamento.

Ela deixa o marido, Fernando Reis, e os filhos, além de irmãos e demais familiares. A nota enviada pela funerária não informa a causa da morte.

Cristina Barbosa Gonçalves em retrato divulgado pela família, de camisa estampada em tons de verde e bege
Cristina Barbosa Gonçalves morreu aos 46 anos. Foto: arquivo pessoal / divulgação

Velório e sepultamento de Cristina Barbosa Gonçalves

O corpo de Cristina Barbosa Gonçalves está sendo velado na Rua Lázaro Florêncio de Paula, nº 95, no bairro Serra Negra. O sepultamento está marcado para as 10h desta terça-feira (18), no Cemitério Municipal de Patrocínio.

Amigos e conhecidos que quiserem prestar as condolências podem comparecer ao endereço do velório até o horário do cortejo. Em velórios da cidade, é comum que a família peça discrição quanto a fotografias e publicações em redes sociais durante a cerimônia.

Por que a nota de falecimento não informa a causa da morte

Notas de falecimento como a que anunciou a morte de Cristina Barbosa Gonçalves seguem um formato enxuto por um motivo simples: a causa da morte é dado sigiloso. Ela consta da Declaração de Óbito, documento preenchido por um médico e destinado ao registro civil e às estatísticas de saúde, e não é informação de divulgação pública.

Funerárias comunicam nome, idade, familiares próximos e os horários de velório e sepultamento. Qualquer informação além disso depende de a própria família querer divulgar. A Folha segue esse mesmo critério e não publica circunstâncias de morte sem confirmação de fonte oficial ou autorização dos parentes.

O que a família precisa providenciar depois do óbito

O primeiro documento é a Declaração de Óbito, emitida pelo médico que constatou a morte, no hospital ou em domicílio. Com ela em mãos, a família leva o caso a um cartório de registro civil, que emite a certidão de óbito. A funerária costuma cuidar dessa etapa junto com o velório.

A Lei de Registros Públicos prevê que o óbito seja registrado em até 24 horas, prazo que pode ser dilatado quando há distância ou dificuldade de acesso ao cartório. O registro e a primeira via da certidão são gratuitos por lei, e isso vale para qualquer pessoa, independentemente de renda. Vale conferir se a cobrança apareceu embutida em algum pacote de serviço.

Os documentos normalmente pedidos são RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor e, quando houver, carteira de trabalho e número de inscrição no INSS. Sem a certidão de óbito não é possível dar andamento a inventário, encerramento de contas bancárias ou pedido de benefício previdenciário.

Pensão por morte e outros direitos

Dependentes de quem contribuía para a Previdência podem ter direito à pensão por morte. O pedido é feito pelo aplicativo ou site Meu INSS, ou pelo telefone 135, e as regras de duração do benefício variam conforme a idade do dependente e o tempo de contribuição do segurado. As condições estão detalhadas na página oficial do INSS sobre pensão por morte.

Quando o pedido é feito em até 180 dias da morte, no caso de dependente menor de 16 anos, ou em até 90 dias para os demais, o pagamento retroage à data do óbito. Depois desses prazos, passa a valer a data do requerimento.

Como enviar uma nota de falecimento à Folha

A Folha de Patrocínio publica notas de falecimento enviadas por famílias e funerárias da cidade e da região, sem custo. O envio pode ser feito pelo WhatsApp (34) 98445-6934, com nome completo, idade, nomes dos familiares próximos e os dados de velório e sepultamento. Fotos são bem-vindas e a redação confirma a informação com a funerária antes de publicar.

Outras notas já publicadas estão reunidas na editoria de Obituário. A Folha presta condolências aos familiares e amigos de Cristina Barbosa Gonçalves.