Morreu nesta segunda-feira (17), aos 73 anos, Conceição do Rosário Paiva, moradora de Patrocínio. A funerária Frederico Ozanam comunicou o falecimento e organiza a despedida. A causa da morte não foi informada.
O velório começou às 16h desta segunda, na sala 03 da própria funerária, e o sepultamento acontece na manhã desta terça-feira (18).
Velório e sepultamento
A sala 03 da Frederico Ozanam fica na Rua Coronel João Cândido, 606, no Centro de Patrocínio. O velório começou às 16h de segunda-feira e segue até a saída do cortejo.
O sepultamento está marcado para as 9h desta terça-feira (18), no Cemitério Municipal de Patrocínio. Quem for acompanhar o cortejo deve chegar à funerária antes do horário, já que a saída costuma ocorrer com alguma antecedência em relação à hora marcada no cemitério.
Quem era Conceição do Rosário Paiva
Conceição do Rosário Paiva deixa o esposo, Raimundo José de Paiva, e quatro filhos: José Carlos, Adailton, Flávia e Lucylene. A nota da funerária registra ainda a memória de Joana D’arc, filha que morreu antes dela.
Deixa também noras, netos, uma irmã, sobrinhos e amigos.

O Cemitério Municipal de Patrocínio
O sepultamento de Conceição do Rosário Paiva será no Cemitério Municipal, administrado pela Prefeitura e o destino da maior parte dos sepultamentos que a Folha de Patrocínio noticia na cidade.
Famílias que precisam de informação sobre localização de túmulo, transferência de restos mortais ou documentação de sepultamento devem procurar a Prefeitura de Patrocínio, que centraliza esses registros.
Como funciona a nota de falecimento
A nota de falecimento é o comunicado que a funerária divulga a pedido da família, com nome, idade, horário e local do velório e do sepultamento. Serve para que quem conviveu com a pessoa saiba onde e quando se despedir, num intervalo que costuma ser curto.
É a família quem decide o que entra na nota. Por isso a causa da morte muitas vezes não aparece, como neste caso, e não cabe ao veículo preencher essa lacuna por conta própria.
O que a família precisa providenciar
Depois do óbito, o primeiro documento é a declaração de óbito, emitida por médico. Sem ela não é possível seguir com nada.
Com a declaração em mãos, a família registra o óbito em cartório de registro civil e recebe a certidão, documento exigido para sepultamento, cremação, pensão por morte, inventário e encerramento de contas e benefícios. Em geral a própria funerária cuida desse trâmite, mas a responsabilidade legal continua sendo da família.
O prazo legal para registrar o óbito é de 24 horas, contado a partir do falecimento, prorrogável em situações específicas previstas na lei de registros públicos.
Para o registro, o cartório costuma pedir a declaração de óbito, documento de identidade e CPF da pessoa falecida, certidão de nascimento ou de casamento, comprovante de residência e, quando houver, número do benefício do INSS. Vale saber: o registro do óbito e a primeira via da certidão são gratuitos por lei em qualquer cartório do país, independentemente da renda da família.
Guarde mais de uma via da certidão. Cada órgão costuma exigir a sua, e pedir segunda via depois custa dinheiro e tempo num momento em que a família não precisa disso.
Como enviar uma nota de falecimento à Folha
Funerárias e famílias podem enviar notas de falecimento à redação pelo WhatsApp (34) 98445-6934. Quanto antes chegar, maior a chance de a informação alcançar quem quer se despedir a tempo do velório.
Envie nome completo, idade, dia do falecimento, local e horário do velório e do sepultamento, e o nome dos familiares que a família quiser ver citados. Se houver foto, mande a de melhor qualidade que tiver.
A Folha de Patrocínio publica as notas de falecimento da cidade e da região na editoria de Obituário.

