Morte em piscina em Carmo do Paranaíba: menino de 3 anos foi achado submerso em fazenda, e a Polícia Civil deve apurar
O menino brincava com um velotrol na tarde de sexta (30), segundo pessoas próximas à família. Ele foi levado à UPA, mas a morte foi confirmada. A apuração ficará com a Polícia Civil.

Um menino de 3 anos morreu na tarde de sexta-feira (30) depois de cair em uma piscina de uma fazenda na zona rural de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba. A morte em piscina em Carmo do Paranaíba aconteceu em uma propriedade onde a família do menino mora e trabalha há cerca de um mês, segundo os relatos. O pai o encontrou na água, e a criança foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, onde a equipe médica tentou reanimá-la, sem sucesso. A Folha não divulga o nome da criança.
O que se sabe sobre a morte em piscina em Carmo do Paranaíba
De acordo com pessoas próximas à família, o menino brincava com um velotrol, um triciclo infantil, quando teria caído na piscina. Os pais notaram o desaparecimento da criança e começaram a procurá-la. Durante a busca, o brinquedo foi visto dentro da água, e o menino foi encontrado submerso. Essa versão vem de pessoas ligadas à família e não foi confirmada por nenhuma autoridade.
A família levou o menino por conta própria à UPA. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que não foi acionado. Na UPA, a equipe fez manobras de reanimação, e a morte foi confirmada. A Folha não encontrou, até agora, manifestação da Polícia Militar sobre a ocorrência. As circunstâncias da morte devem ser apuradas pela Polícia Civil.
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Faltam informações básicas que só a investigação poderá dar. Não há horário exato da queda nem do resgate, não se sabe por quanto tempo o menino ficou na água, e não foi informado onde fica a piscina dentro da propriedade nem se havia cerca ou outra proteção. Também não há esclarecimento sobre quem estava com a criança nos minutos anteriores, e a causa oficial da morte depende do laudo. Nenhuma pessoa foi acusada, e nada nas informações divulgadas indica crime.

Por que o afogamento de criança pequena é tão rápido
Orientações de prevenção divulgadas por bombeiros e entidades de salvamento aquático repetem o mesmo alerta: o afogamento de uma criança pequena é silencioso. Ela não costuma gritar nem se debater como nos filmes, e pode submergir em poucos segundos e em pouca água. Por isso, a recomendação é que crianças pequenas nunca fiquem sozinhas perto de piscina, tanque, balde, lago ou cisterna, nem por um momento, mesmo que saibam brincar na água ou estejam acompanhadas por outras crianças.
A recomendação é que um adulto atento, sem celular na mão, fique a menos de um braço de distância quando a criança está na água. Cerca ou grade ao redor da piscina, com portão que fecha sozinho e trava fora do alcance dos pequenos, também ajuda, assim como cobrir a piscina quando ela não está em uso. Quem mora ou trabalha perto de água deveria saber que o Samu atende pelo 192 e o Corpo de Bombeiros pelo 193, e conhecer as manobras de reanimação pode ganhar tempo até a chegada da equipe. Informações de segurança aquática estão no site do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e na página da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático.
Outras ocorrências que a Folha acompanha na região
Carmo do Paranaíba também apareceu no noticiário da Folha na semana passada, no caso do eucalipto que atingiu um trabalhador durante um corte. Sobre afogamentos, a Folha registrou o afogamento em Três Marias, o corpo encontrado na represa de Três Marias e o afogamento no bairro Congonhas, em Patrocínio.
Alpha for MenO que falta saber
Faltam a posição da Polícia Militar e da Polícia Civil, o resultado do laudo e a confirmação das circunstâncias da queda. A Folha atualiza esta reportagem quando houver informação oficial.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






