Gertrudes Maria de Souza, conhecida como Bizuca, morreu neste domingo (13), aos 82 anos, em Patrocínio. A Funerária Frederico Ozanam comunicou a morte nesta segunda-feira (14) e divulgou os horários de velório e sepultamento à família e aos amigos.

Velório e sepultamento de Gertrudes Maria de Souza
O velório de Gertrudes Maria de Souza está acontecendo desde as 6h desta segunda-feira, na Sala 03 da Funerária Frederico Ozanam, no Centro de Patrocínio. O sepultamento está marcado para as 15h de hoje, no Cemitério Municipal de Patrocínio.
A nota da funerária não informa a causa da morte nem o local onde ela faleceu. Como de costume nas comunicações de óbito em Patrocínio, esse dado não faz parte do que a família autoriza divulgar.
Quem Gertrudes Maria de Souza deixa
Ela era viúva de Valdo de Souza. Deixa quatro filhos: Edilson, Vicente, Elaine e Eliane, além de netos, bisnetos, genros, noras e outros parentes, todos citados na nota que a Funerária Frederico Ozanam divulgou nesta manhã.
O velório aberto recebe amigos, vizinhos e colegas durante toda a manhã, sem necessidade de convite. Quem não conhece o endereço pode se orientar pela Praça do Centro: a funerária opera várias salas ao mesmo tempo, então vale conferir a sinalização antes de procurar a Sala 03.
Outra despedida na mesma funerária nesta segunda
Gertrudes Maria de Souza não é a única despedida que a Funerária Frederico Ozanam conduz nesta segunda-feira. A Folha já havia noticiado a morte de Hélio Rodrigues de Souza, aos 71 anos, com velório na Sala 01 do mesmo prédio pela manhã. São dois velórios simultâneos no Centro da cidade, ambos com sepultamento no Cemitério Municipal ao longo do dia.
A coincidência não é rara: Patrocínio já havia registrado outras duas mortes no fim de semana, de João Pereira Neto, aos 75 anos, e de Maria Luiza Ribeiro Faustino, aos 83 anos. Com Gertrudes, são quatro notas de falecimento na cidade em pouco mais de 24 horas, o que deixa o Cemitério Municipal e as salas da funerária com agenda mais concentrada que o normal nesta segunda.
Como funciona o velório em Patrocínio
A rotina se repete em praticamente todo velório na cidade: a família aluga uma das salas da Funerária Frederico Ozanam, no Centro, e o cortejo segue depois para o Cemitério Municipal, a poucos minutos de carro. É esse trajeto curto que permite abrir o velório logo cedo, ainda de manhã, mesmo quando o sepultamento só acontece no meio da tarde, como neste caso.
Para quem quiser prestar condolências à família de Gertrudes Maria de Souza, o velório segue aberto até o horário do cortejo para o cemitério, no início da tarde desta segunda-feira.
Frederico Ozanam, referência em Patrocínio
A Funerária Frederico Ozanam é uma das mais antigas e conhecidas da cidade, e concentra boa parte dos velórios de Patrocínio nas salas do Centro. É também a fonte que mais aparece nas notas de falecimento publicadas por veículos locais, porque costuma divulgar o comunicado oficial da família com nome completo, horários e uma relação dos parentes mais próximos, sem cobrar pela publicação da nota.
Esse tipo de aviso cumpre uma função prática além do luto: em cidades do porte de Patrocínio, é comum que amigos e conhecidos de décadas fiquem sabendo de uma morte só pela nota da funerária ou pelo boca a boca do bairro, sem passar por rede social nenhuma. Por isso a informação de horário certo, sala certa e local do sepultamento importa tanto quanto o registro do óbito em si.

