Na abertura do debate da Band, Flávio promete guerra ao narcoterrorismo e Lula cobra voto na PEC da Segurança
Flávio disse que vai tratar PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas; Lula afirmou que os estados fracassaram na segurança pública.

A segurança pública abriu o primeiro debate do 2º turno. Na abertura do debate da Band, neste domingo (18), em São Paulo, Flávio Bolsonaro (PL) cumprimentou Lula (PT) com um “boa noite, candidato” e anunciou que, se eleito, vai “declarar guerra ao narcoterrorismo” a partir de janeiro. Lula respondeu cobrando do senador o voto na proposta de emenda constitucional que, segundo ele, o governo mandou ao Congresso para mudar as regras da área. O que cada candidato disse ao longo da noite fica reunido na página dos debates do segundo turno.
É o primeiro encontro frente a frente dos dois desde o 1º turno, a uma semana da votação de 25 de outubro. Na chegada à emissora, cada um já tinha antecipado o tom: Flávio falou em “confrontar as mentiras”, e Lula disse que queria convencer o eleitor (veja o que os dois disseram antes de entrar no ar).
O que Flávio disse na abertura do debate da Band
Flávio usou os primeiros minutos para falar com quem assistia de casa. “Finalmente, temos a oportunidade de debater o nosso Brasil aqui, olho no olho”, disse, antes de chegar à proposta que tem repetido na campanha. “A partir de janeiro do ano que vem, eu vou declarar guerra ao narcoterrorismo.”
Drogaria CentroAqui tem cuidado para todos.
Disk Cerveja do RenatinhoCerveja gelada na sua porta.
Monteiro Casa de CarnesO corte certo para o seu churrasco e o dia a dia.
OnNet TelecomMuito mais opções para viver cada história do seu jeito.
Digital Comunicação VisualFachadas, placas, adesivos e impressão.
Zé do LancheBateu a fome? O Zé resolve.
Rivelini DesentupidoraDesentupimento em Patrocínio e região
Corpo e Alma MotelSeu momento, com toda a discrição.O candidato do PL afirmou que vai classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas. Depois se dirigiu aos moradores de bairros e comunidades controlados pelo crime e prometeu retomar território. “Eu vou recuperar cada metro, eu vou recuperar cada rua, eu vou recuperar cada bairro, eu vou recuperar cada cidade”, disse. Flávio também falou em retomar o controle das cadeias, onde, segundo ele, as facções ainda dão as ordens, e em aprovar leis penais mais duras.
Nesse trecho, o senador não explicou se a classificação das facções viria por decreto ou por projeto de lei, nem quanto custaria a ofensiva. O tema é uma das bandeiras da família Bolsonaro desde a campanha de 2018, e o senador voltou a ela em vários discursos deste 2º turno.

Lula cobra de Flávio o voto na PEC da Segurança
No trecho exibido pela transmissão, Lula começou a fala sem cumprimentar o adversário e foi direto à crítica. “O candidato poderia ter votado a emenda constitucional que eu mandei dia 25 de março do ano passado”, afirmou. Ele se referia à proposta que dá ao governo federal mais condições de atuar na segurança pública. Flávio é senador pelo Rio de Janeiro desde 2019.
O presidente lembrou que a Constituição de 1988 deixou a segurança pública a cargo dos estados e disse que esse modelo não funcionou. “Acontece que os estados fracassaram”, afirmou. A data de envio citada por Lula é a versão do candidato: a Folha não conseguiu conferir a tempo, na tramitação do Congresso, quando o texto chegou ao Legislativo.
Alpha for MenCom a resposta, Lula mudou o foco. Em vez de rebater a promessa de guerra às facções, o petista tentou mostrar que a mudança de regras que ele defende depende do Congresso, e que o adversário faz parte dele. Flávio, por sua vez, fala como quem pretende resolver o problema pelo Executivo, a partir da posse.
Segurança dominou o começo do confronto
Nos trechos da abertura, os dois só trataram de segurança pública. Flávio aposta no discurso de enfrentamento direto às facções, com linguagem de guerra e promessa de retomada de território. Lula defende que a União ganhe um papel maior numa área que hoje cabe aos governadores e cobra do Congresso, e do próprio adversário, as mudanças que não saíram do papel.
A preparação dos dois lados já aparecia nos bastidores. Flávio levou aliados como Sergio Moro e Deltan Dallagnol para perto do palco (leia como foi a escalação) e rezou o Pai-Nosso com a equipe antes de entrar no ar (veja a cena). Lula chegou acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e de assessores que passaram as últimas orientações no estúdio (relembre a chegada).
Como Patrocínio votou no 1º turno
Em Patrocínio (MG), o eleitor deu vantagem larga a Flávio no 1º turno: 61,18% dos votos válidos, contra 30,44% de Lula, segundo os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cidade volta às urnas no dia 25, e a Folha acompanha a contagem dos votos na página da apuração em tempo real.
Os blocos seguintes, com as perguntas diretas entre os candidatos, entram na página dos debates conforme o programa avança.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






