Eduardo, o Dudu, desembarcou em Patos de Minas com alta médica e uma história que mobilizou o país. O menino é o primeiro caso identificado no Brasil de SPG50, a Paralisia Espástica Hereditária Tipo 50, doença genética degenerativa com menos de cem pacientes no mundo.

O diagnóstico veio ainda no primeiro ano de vida. Sem tratamento disponível, os pais, Débora e Paulo Amaral, apostaram numa terapia genética experimental conduzida nos Estados Unidos pela associação Elpida. Foram quase dois anos e meio entre exames, viagens e incertezas.

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A palavra que a família trouxe na bagagem é a que a medicina raramente autoriza nesses casos: curado.