A Sra. Maria Luiza Ribeiro Faustino morreu aos 83 anos, na madrugada de sábado (12/09), em Barretos, no interior de São Paulo. A informação foi divulgada pela Funerária Frederico Ozanam, responsável pelo velório e pelo sepultamento em Patrocínio, cidade onde a família mantém raízes.

Maria Luiza Ribeiro Faustino em foto de acervo pessoal da família
Maria Luiza Ribeiro Faustino, de 83 anos. Foto: acervo pessoal/Funerária Frederico Ozanam.

Velório e sepultamento de Maria Luiza Ribeiro Faustino

A cerimônia fúnebre em homenagem a Maria Luiza Ribeiro Faustino acontece neste domingo (13/09), desde as 10h, na Sala 03 da Funerária Frederico Ozanam, em Patrocínio. O velório segue aberto a parentes e amigos que queiram se despedir e prestar as últimas homenagens à família.

O sepultamento ainda vai acontecer, também neste domingo, às 15h, no Cemitério Municipal de Patrocínio. Não há informação, até o fechamento desta nota, sobre missa de sétimo dia.

Quem eram os familiares de Maria Luiza Ribeiro Faustino

De acordo com a nota divulgada pela funerária, Maria Luiza Ribeiro Faustino deixa os filhos Paulo e Reginaldo, além de nora, netos, bisnetos, irmãos, sobrinhos, demais parentes e amigos. A Folha de Patrocínio não apurou, até a publicação desta nota, mais detalhes sobre a trajetória pessoal ou profissional da idosa, e vai atualizar o texto caso a família ou a funerária divulguem novas informações.

Barretos (SP), a cidade onde Maria Luiza Ribeiro Faustino morreu

Maria Luiza Ribeiro Faustino morreu em Barretos, no interior paulista, cidade conhecida por sediar a Festa do Peão de Barretos e por abrigar o Hospital de Amor, antigo Hospital do Câncer de Barretos, referência no tratamento oncológico no país. O corpo foi trasladado até Patrocínio, onde a família decidiu realizar o velório e o sepultamento, algo comum quando a morte acontece longe da cidade onde a família tem raiz.

O translado de corpos entre estados costuma exigir documentação específica junto ao serviço funerário de origem e um veículo próprio para o transporte, o que normalmente adia em algumas horas o início do velório em relação ao horário do óbito. Foi esse o intervalo que separou a morte de Maria Luiza Ribeiro Faustino, na madrugada de sábado, do início da cerimônia fúnebre em Patrocínio, na manhã de domingo.

A Funerária Frederico Ozanam, em Patrocínio

A Funerária Frederico Ozanam, que presta o serviço à família de Maria Luiza Ribeiro Faustino, leva o nome do francês Antoine-Frédéric Ozanam, fundador da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP), entidade católica leiga criada em Paris em 1833 para atender famílias em situação de vulnerabilidade. A ligação aparece no próprio material de divulgação da funerária, que estampa o símbolo da SSVP ao lado do nome. Em Patrocínio, a funerária é uma das referências da cidade para famílias em luto, com atendimento por telefone e WhatsApp.

O Cemitério Municipal de Patrocínio

O sepultamento de Maria Luiza Ribeiro Faustino ocorre no Cemitério Municipal de Patrocínio, principal espaço da cidade para esse tipo de cerimônia. A Prefeitura de Patrocínio, por meio da Secretaria de Obras, já promoveu em 2026 mutirões de manutenção no local, com pintura de muros, troca de placas de identificação, recuperação de calçadas internas, poda de árvores e revisão da iluminação, sobretudo perto de datas de maior movimento como o Dia de Finados.

Como a Folha de Patrocínio noticia os falecimentos da cidade

A Folha de Patrocínio mantém uma cobertura diária de notas de falecimento da cidade e da região, com informações apuradas junto às funerárias locais. Casos recentes incluem o falecimento de Jorge dos Reis, o Jorge Taxista, aos 72 anos, noticiado pela Folha na última semana. A publicação de notas como a de Maria Luiza Ribeiro Faustino busca dar publicidade rápida a horários de velório e sepultamento. Isso poupa famílias enlutadas do trabalho de avisar parente por parente, um a um.