A retirada de fios irregulares dos postes de Patrocínio finalmente andou. O movimento começou em abril de 2024, quando o Procon Municipal passou a cobrar soluções da Cemig, e escalou: sem resposta administrativa, o órgão abriu processo contra a concessionária com base no Código de Defesa do Consumidor e levou o caso ao Ministério Público, onde virou Notícia de Fato.

Em 16 de junho, representantes da Cemig, do Procon e da Procuradoria do Município se reuniram em audiência na comarca. Dali saiu uma parceria institucional com medidas concretas para os pontos de risco.

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Cabos soltos e em altura irregular não são só poluição visual. Oferecem risco real a pedestres e veículos, e agora existe um compromisso formal para cobrar.