Professor Luiz Henrique Bastos Lemos morre na BR-262
Ele lecionava numa escola técnica de Araxá e morreu após colisão entre carro e carreta, que também provocou um princípio de incêndio na vegetação da rodovia.

O professor Luiz Henrique Bastos Lemos morreu na tarde de sexta-feira (28) após um acidente entre um carro e uma carreta na BR-262, no trecho entre Araxá e Uberaba. Ele lecionava em uma escola técnica profissionalizante da região e também atuava como consultor empresarial.
O que se sabe sobre o acidente
Segundo o Corpo de Bombeiros, em informações reproduzidas pelo g1 Triângulo, o corpo de Luiz Henrique Bastos Lemos foi encontrado fora do veículo, às margens da rodovia. A colisão entre o carro e a carreta provocou um princípio de incêndio na vegetação ao lado da pista, que chegou a atingir uma área de aproximadamente 500 metros antes de ser controlado pelos bombeiros.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da concessionária Way-262, responsável pela administração do trecho, também atenderam a ocorrência. As causas do acidente, incluindo o que motivou o encontro entre os dois veículos, seguem sob apuração.
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Luiz Henrique dava aulas na BIT Araxá, escola técnica profissionalizante da cidade, além de atuar como consultor empresarial. A instituição divulgou uma nota lamentando a morte do professor, descrevendo-o como “um educador exemplar, um profissional dedicado e uma pessoa que marcou a vida de muitos com seu conhecimento, sua generosidade e seu compromisso com a formação humana e profissional”.

A BR-262 entre Araxá e Uberaba
A BR-262 é uma das principais rodovias federais que cortam o Triângulo Mineiro, ligando cidades como Araxá, Uberaba e Belo Horizonte, e concentra um fluxo intenso de carretas de carga que fazem o transporte entre a região e outros estados. Colisões frontais e laterais entre veículos de passeio e carretas costumam ser mais graves justamente pela diferença de porte entre os veículos envolvidos, o que amplia o risco de morte para quem está no carro menor.
Incêndios na vegetação às margens da rodovia após colisões, como o registrado neste caso, também não são incomuns em trechos secos do Triângulo Mineiro nesta época do ano, quando a baixa umidade favorece a propagação rápida do fogo em áreas de mata e pastagem próximas ao asfalto.
Trecho já registrou outros acidentes fatais
A BR-262 entre Araxá e Ibiá, no mesmo eixo rodoviário onde Luiz Henrique Bastos Lemos morreu, já registrou outros acidentes fatais nos últimos meses, incluindo casos envolvendo colisões frontais com carretas. A recorrência desse tipo de ocorrência reforça pedidos de moradores e usuários da rodovia por mais fiscalização e sinalização em pontos de ultrapassagem no trecho entre as duas cidades.
Alpha for MenAté a publicação desta matéria, a PRF não havia divulgado um boletim de ocorrência detalhado sobre a dinâmica exata da colisão que matou o professor.
Cuidados ao ultrapassar carretas
Acidentes entre carros e carretas costumam acontecer em manobras de ultrapassagem malsucedidas, quando o motorista do veículo menor subestima o tempo necessário para completar a manobra com segurança. Especialistas em trânsito recomendam só ultrapassar em trechos com boa visibilidade e faixa dupla permitida, manter distância segura do veículo pesado antes de iniciar a manobra e nunca ultrapassar em curvas, subidas ou proximidades de acessos e entroncamentos, justamente os pontos onde a visibilidade da pista contrária costuma ser menor.
Concessionárias como a Way-262, responsável pelo trecho onde o professor morreu, têm entre suas obrigações contratuais a manutenção da sinalização horizontal e vertical da rodovia, além do atendimento a ocorrências dentro do trecho concedido. Usuários da rodovia podem reportar problemas de sinalização ou solicitar atendimento diretamente pelos canais da concessionária ou pelo telefone 191 da PRF.
A Folha de Patrocínio presta solidariedade aos familiares, amigos e alunos de Luiz Henrique Bastos Lemos e segue acompanhando o desfecho da apuração sobre o acidente.
Este texto foi redigido com apoio de inteligência artificial, a partir da pauta, das fontes e das regras do editor-chefe. Saiba mais em Como usamos inteligência artificial.






